Tradwifes e os que preferem o passado à esperança

Retorno ao lar, valores tradicionais e submissão feminina. Sucesso nas redes de nicho da geração Z dá pista para entender os anseios de parte dos jovens. Sem esperanças no futuro, apegar-se ao passado seria uma busca por conforto moral e emocional?

por Bárbara Pennafirme, em Outras Palavras

Um novo paradoxo define a juventude de hoje. A geração Z, nascida em meio à era digital, navega entre dois mundos: o caos do presente e a nostalgia de um passado idealizado. Continue lendo “Tradwifes e os que preferem o passado à esperança”

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Clima: Lições e desafios para a diplomacia brasileira

Brasil suscitou pautas cruciais ao presidir o G20. Agora, com a COP30, pode ganhar protagonismo na agenda climática. Uma das tarefas é fazer com que a crise climática não pese apenas sobre o Sul. Mas debate vai se tornar mais complexos com a volta de Trump e seu negacionismo

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A presidência brasileira do G20 chegou ao fim com a Cúpula dos Chefes de Estado e de Governo realizada no Rio de Janeiro. A maior parte das avaliações sobre os resultados corrobora a narrativa oficial de que os objetivos traçados foram alcançados. Ponto para a diplomacia brasileira, que volta à cena como protagonista. Mas é importante também olhar para as lições que ficam. Afinal, em 2025 o Brasil lidera outro grande evento internacional, a COP30, do Clima, em Belém. Continue lendo “Clima: Lições e desafios para a diplomacia brasileira”

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Trabalho intelectual e remuneração. Por Luis Felipe Miguel

Nossa sociedade estigmatiza o trabalho manual – mas, ao mesmo tempo, acha feio cobrar pelo trabalho intelectual

em Amanhã não existe ainda

Vivemos em uma sociedade que estigmatiza fortemente o trabalho manual. Refiro-me aqui, é claro, àquelas atividades que são consideradas pouco qualificadas; pianistas ou cirurgiões também trabalham com as mãos, mas não entram nessa categoria. Continue lendo “Trabalho intelectual e remuneração. Por Luis Felipe Miguel”

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Comissão Sociotransformadora da CNBB divulga nota de apoio ao povo Pataxó da Terra Indígena Barra Velha

CPT

Na noite de segunda-feira (10), durante um ataque contra uma comunidade Pataxó da Terra Indígena (TI) Barra Velha do Monte Pascoal, em Porto Seguro, região extremo Sul da Bahia, o jovem indígena, Vitor Braz foi assassinado com disparos de arma de fogo. Ele era morador da retomada Terra à Vista, localizada na área da TI em processo de demarcação. Continue lendo “Comissão Sociotransformadora da CNBB divulga nota de apoio ao povo Pataxó da Terra Indígena Barra Velha”

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Em Jornada de Lutas, mulheres Sem Terra ocupam área da Suzano em Aracruz (ES)

Ocupação integra o conjunto de ações em defesa da Reforma Agrária e as lutas de março contra as violências, sob o lema “Agronegócio é violência e crime ambiental. A luta das mulheres é contra o capital”.

Por Comunicação do MST no Espírito Santo
Da Página do MST

Cerca de 1000 mulheres Sem Terra ocupam na manhã de hoje (13) área da Suzano no município de Aracruz (ES). Com a Jornada de Luta das Mulheres Sem Terra, as companheiras apontam a Reforma Agrária Popular como caminho para o enfrentamento à fome, à violência no campo e à crise ambiental. Continue lendo “Em Jornada de Lutas, mulheres Sem Terra ocupam área da Suzano em Aracruz (ES)”

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“As camponesas mostram que a justiça climática não é o futuro, mas o presente”

Pesquisadora destaca como as mulheres na Amazônia e em territórios do MST desenvolvem práticas importantes na produção de alimentos e justiça climática

Por Fernanda Alcântara, na Página do MST

A crise climática e o avanço do capital no campo têm intensificando a destruição do meio ambiente e a piora nas condições de vida dos camponeses e trabalhadores rurais, aumento de eventos climáticos extremos com secas e inundações, entre outros malefícios que afetam a vida dessas populações. Diante disso, a Página do MST conversou com a doutora em Ciência Política/Relações Internacionais e professora do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido – PPDSTU no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea), Marcela Vecchione. Continue lendo ““As camponesas mostram que a justiça climática não é o futuro, mas o presente””

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TI Comexatibá: Casa foi queimada em aldeia Pataxó enquanto indígenas participavam de audiência em Brasília

Nesta terça (11), ao mesmo tempo em que audiência pública na capital federal discutia demarcações, casa de indígena foi queimada na aldeia Monte Dourado, no município de Prado (BA)

Na manhã desta terça-feira (11), enquanto cerca de 300 indígenas dos povos Pataxó e Tupinambá participavam, em Brasília (DF), da audiência pública que discutia a demarcação de terras indígenas na Bahia, o povo Pataxó foi alvo de mais um ato de violência. Por volta das 10h30 da manhã, pessoas não identificadas atearam fogo a uma casa na aldeia Monte Dourado, localizada no interior da Terra Indígena (TI) Comexatibá. Não houve feridos e o incêndio foi controlado. Continue lendo “TI Comexatibá: Casa foi queimada em aldeia Pataxó enquanto indígenas participavam de audiência em Brasília”

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Brasil: Para não esquecer os crimes na pandemia

Cinco anos após a eclosão da covid-19, acervo recém-lançado resgata memórias da crise que vitimou 700 mil brasileiros – e dos crimes cometidos pelo governo Bolsonaro e agentes privados. Pesquisadores apontam o grande desafio de combater o vírus, fake news e anticiência ao mesmo tempo

por Luiza Caires, no Jornal da USP / IHU

Mais de 700 mil brasileiros morreram de covid-19. Fomos o terceiro país do mundo, quase empatados com os EUA em segundo, no ranking da maior taxa de mortalidade por habitante do mundo na pandemia, em uma tragédia que não pode ser atribuída de maneira simplista somente ao vírus. O número, que assombra, não é novidade – ele tem sido repetido em diversas falas, documentos e reportagens. Mesmo diante desse assombro, ainda é real a preocupação de que essas vítimas e a dor de quem sofre a falta delas sejam esquecidas na memória coletiva do País. Continue lendo “Brasil: Para não esquecer os crimes na pandemia”

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MPF cobra em audiência planejamento e articulação para a implantação da Casa da Mulher Brasileira no Rio de Janeiro

Reunião conciliatória debateu avanços e desafios para a construção da Casa após mais de uma década de atraso

A implementação da Casa da Mulher Brasileira no Rio de Janeiro foi tratada nesta semana em audiência de conciliação na 8ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. O encontro ocorreu no âmbito de ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e teve como objetivo discutir o andamento e os desafios do programa, abordando questões como a titularidade do terreno destinado à obra, um dos entraves, e a execução do projeto. Continue lendo “MPF cobra em audiência planejamento e articulação para a implantação da Casa da Mulher Brasileira no Rio de Janeiro”

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Alcântara–MA: sentença histórica da Corte IDH para a luta quilombola brasileira será anunciada nesta quinta (13)

Há mais de 40 anos, centenas de famílias quilombolas eram removidas para a construção do Centro de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão…

Justiça Global

As remoções compulsórias, a perda do território e a omissão do Estado brasileiro em conferir os títulos de propriedade definitiva para os quilombolas geraram uma cascata de outras violações de direitos humanos, como os direitos à cultura, à alimentação adequada, à livre circulação, à educação, à saúde, à moradia, ao meio ambiente equilibrado, ao saneamento básico, ao transporte, entre outros. As comunidades ainda sentem seus impactos. Continue lendo “Alcântara–MA: sentença histórica da Corte IDH para a luta quilombola brasileira será anunciada nesta quinta (13)”

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