“Em termos práticos, esse movimento de pinças significa que devemos evitar confundir tudo se quisermos discernir as razões que favorecem o triunfo – ou eventual derrota – da extrema-direita e, ao mesmo tempo, medir o que as conecta. Isso requer que identifiquemos os movimentos e genealogias que existem entre elas, mesmo que os contextos nacionais sejam, é claro, sempre específicos”
por Joseph Confavreux e Ellen Salvi*, em Nueva Sociedad / IHU
A extrema-direita constitui um mundo heterogêneo, que põe em tensão as estruturas analíticas progressistas e se coloca como o instrumento para enfrentar o status quo. O ‘Não passarão’ parece hoje insuficiente para deter esses movimentos. Por onde poderia começar o rearmamento progressista nesse contexto de grande confusão política e ideológica? Continue lendo “Extrema-direita: 50 tons de cinza e um desejo de transgressão. Por Joseph Confavreux e Ellen Salvi”










