Como Crivella e Witzel responderam à chuva no Rio e como Moradores a viveram e relataram

Por Luisa Fenizola, , no Rio On Watch

Um ano e um dia após o início das chuvas de verão de 2018, a cidade do Rio de Janeiro foi assolada por uma tempestade na última quarta-feira, dia 6 de fevereiro. As chuvas de verão foram “uma coisa inesperada” e consistiram de “surpreendentemente […] uma grande quantidade de água” para o prefeito, Marcelo Crivella.

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Instituições tratam de proposta de acordo preliminar sobre medidas emergenciais a atingidos de Brumadinho (MG)

Proposta de acordo preliminar foi apresentada nesta quarta-feira (6), em audiência judicial com a Vale

No MPF

Em audiência realizada na 6ª Vara da Fazenda Pública da Justiça Estadual, em Belo Horizonte, foi discutida uma proposta de Termo de Ajuste Preliminar (TAP), com o objetivo de garantir medidas emergenciais às pessoas atingidas pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), no último dia 25 de janeiro.

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MPF em Pouso Alegre (MG) recomenda implementação de plano emergencial em barragem com rejeitos nucleares

Estrutura pertence à mina de exploração de urânio desativada em 1995. Em vistoria feita em novembro de 2018, técnicos da UFOP relataram risco de rompimento devido a possíveis processos de erosão interna

Ministério Público Federal em Minas Gerais

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao presidente das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) e ao presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) que, até o dia 30 de março, sejam adotadas todas as providências necessárias para a completa implementação do Plano de Ação Emergencial de Barragens (Paemb) relativo à barragem de rejeitos da Unidade de Tratamento de Minérios (UTM), situada no município de Caldas, sul do estado.

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Estudo de 2010 já mostrava possibilidade de rompimento na barragem da Vale em Brumadinho

Por Maurício Angelo, no Ministério da Verdade

Washington Pirete da Silva, geotécnico da Vale há mais de 20 anos, apresentou em 2010 na Universidade Federal de Ouro Preto uma dissertação que analisou justamente a Barragem I da Vale no complexo da Mina do Feijão em Brumadinho, a mesma que rompeu no último dia 25. Intitulado “Estudo do potencial de liquefação estática de uma barragem de rejeito alteada para montante aplicando a metodologia de Olson (2001)”, o estudo traz, a partir do capítulo 4, um longo detalhamento do histórico da barragem. A começar pelos erros estruturais e tentativas de “correção” dos seus problemas que, na verdade, geraram um acúmulo de fragilidades.

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‘Para matar, vocês são rápidos’: a tensa reunião em que a Vale recusou pedidos de vítimas da lama de Brumadinho

Ricardo Senra, enviado da BBC News Brasil a Brumadinho (MG)

Gritos, lágrimas, trocas de ofensas e pedidos de reforço policial marcaram a assembleia em que representantes da Vale se recusaram, nesta terça-feira, a aceitar os pedidos de uma das principais comunidades afetadas pela lama da barragem da mineradora em Brumadinho (MG).

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A mineração brasileira vai para o buraco?

O padrão de operação das mineradoras brasileiras nos últimos anos e a quantidade desproporcional de tragédias e desastres envolvendo o setor alerta empresas e investidores que o Brasil não é um bom lugar para fazer negócio

Por Bruno Milanez, no El País Brasil

A empresa de consultoria internacional EY (Ernst & Young) publica anualmente seu relatório os “10 riscos de negócio para mineração e metalurgia”. Na edição 2019-2020, entre esses riscos, era citado, em primeiro lugar a obtenção da “licença social para operar”, ou seja, a obtenção da legitimidade junto à população que permita abrir e tocar os negócios. Além desse, a consultora ainda mencionava “fraude” e “elevação de custos”, dentre as prioridades. Nesta edição, não esteve presente o critério “riscos regulatórios”, que costuma aparecer com alguma regularidade no radar da EY. Há pessoas que dizem que empresas gostam de risco, pois é aí que se encontram as oportunidades de maior lucro; porém, a não ser que sejam empresas kamikazes existe um limite razoável para o tamanho desse risco.

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Rede Jubileu Sul Brasil manifesta apoio às famílias de Brumadinho (MG) e repudia crime socioambiental irreparável da Vale S.A.

Por Karla Maria, Rede Jubileu Sul Brasil

O crime socioambiental causado pela Vale S.A. no dia 25 de janeiro, em Brumadinho (MG), foi o pano de fundo para a reunião da coordenação da Rede Jubileu Sul Brasil realizada em São Paulo no último final de semana. A indignação ante o crime anunciado e denunciado muitos anos antes por entidades-membro da Rede foi apresentada e serviu de norte para o planejamento das ações de 2019 em torno de um dos eixos prioritários da rede, a Dívida Ecológica.

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Crime da Vale e do Estado: sinal vermelho! Quando ocorrerá a próxima tragédia? Por Gilvander Moreira[1]

O crime anunciado da Vale e do Estado, que se iniciou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019, uma sexta-feira que se tornou mais uma Sexta-feira da Paixão com centenas de mortos, rio Paraopeba matado, invadido pela lama tóxica que poderá apunhalar ainda mais o rio São Francisco que já está na UTI. Sinais vermelhos têm sido acendidos inúmeras vezes em Minas Gerais, no Pará e em outros estados, em territórios sob a cobiça das grandes mineradoras que vêm causando devastação socioambiental em progressão geométrica.

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Perigos da cava tóxica da Vale no Porto de Santos

No Portogente

As tragédias de Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, envolvem a mesma Vale, que confinou em uma cava de 25 metros de profundidade e 400 metros de diâmetro, submersa no fundo do canal do Porto de Santos (SP), resíduos contaminados do Polo Industrial de Cubatão e Piaçaguera. Trata-se de material decantado e retirado pela dragagem de aprofundamento para atracar navios no Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam) da VLI, braço da Vale Logística Integrada. Esse material deveria ter sido tratado, em vez de enterrado como está.

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