Estudo mostra aumento explosivo de queimadas em áreas com indígenas isolados

Incêndios em terras indígenas com povos isolados saltaram 185% no Paraguai, 258% na Bolívia e 259% no Brasil em 2019, mostra novo relatório. Além dos incêndios, indígenas isolados já eram ameaçados por extração criminosa de madeira e de ouro, narcotráfico, desmatamento e venenos da agropecuária, assédio religioso, construção de estradas e hidrelétricas.

por Aldem Bourscheit, em CPT

Brasília – Relatório internacional lançado nesta quarta (26 de agosto) revela um aumento explosivo de queimadas em áreas que deveriam proteger indígenas isolados no Brasil, Bolívia e Paraguai. A tragédia se junta a impactos de atividades ilegais ou licenciadas na Amazônia, Cerrado e Gran Chaco, ao descaso histórico de governos nacionais com as populações e à pandemia do novo coronavírus.

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Nota sobre isolados da Terra Indígena Uru Eu Wau Wau

Leia a manifestação do Cimi Regional Rondônia sobre a situação preocupante de Indígenas em isolamento voluntário

No Cimi

A falta de fiscalização nas terras indígenas em Rondônia e nas outras regiões do país, agravam a situação de invasões e práticas predatórias nos territórios indígenas; organizada por grupos criminosos que atuam ilicitamente, roubando madeira, minérios e fazendo grilagem de terras públicas, com a conivência do Estado brasileiro.

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Ex-coordenador da 6CCR e procuradores da República responsáveis por direitos indígenas pediram a Aras que vá ao Supremo contra nomeação de missionário na Funai

Caso de Ricardo Dias Lopes está no STJ à espera da revisão do presidente do tribunal

Por Daniel Biasetto, na Época

Como último ato de seu mandato à frente do grupo do Ministério Público  Federal (MPF) que trata sobre populações indígenas e comunidades  tradicionais, o subprocurador Antonio Carlos Bigonha pediu ao procurador-geral da República, Augusto Aras, que fosse ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a nomeação do missionário Ricardo Lopes  Dias para a chefia da Coordenação-Geral de Índios Isolados e de Recente  Contato da Fundação Nacional do Índio (Funai).

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Famílias indígenas na TI Vale do Javari saem remando para o meio do mato, em fuga da pandemia

Um líder da comunidade Nova Esperança conta que agentes de saúde do governo, possíveis transmissores da Covid-19, não podem mais entrar; de 23 famílias da etnia Mayoruna, 20 foram se isolar no meio da floresta, sem remédios, somente com macaxeira e banana

Por Maria Fernanda Ribeiro, em De Olho no Genocídio

A comunidade Nova Esperança, na Terra Indígena Vale do Javari, está vazia após a confirmação de quatro agentes de saúde do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) contaminados pelo coronavírus dentro do território. Das 23 famílias da etnia Matsés (Mayoruna) que vivem no local, 20 delas foram se isolar no meio da floresta por medo de contágio.

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