Professoras acusam Universidade Estácio de Sá, no RJ, de perseguição por Marielle

Elas tiveram calendários com a imagem da vereadora arrancados de suas salas

Por Eduardo Barretto, na Época

Duas professoras da Universidade Estácio de Sá, um dos maiores grupos de ensino privado do país, acusaram o diretor do campus em que atuam, no Centro do Rio de Janeiro, de perseguição ideológica. Uma delas judicializou o caso.

Amanda Mendonça e Laila Domith tiveram calendários com a imagem de Marielle Franco arrancados de suas salas e receberam pedidos para que se desculpassem e não participassem de protestos contra o governo Bolsonaro.

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Direito à manifestação: PFDC solicita ao governo do DF medidas para assegurar realização da Marcha das Margaridas

Mobilização por defesa de direitos está prevista para 13 e 14 de agosto e deve reunir, em Brasília, mais de 60 mil mulheres trabalhadoras rurais

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão que integra o Ministério Público Federal, encaminhou nesta quarta-feira (7) ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, ofício em que solicita a adoção das medidas necessárias para assegurar o direito à realização da Marcha das Margaridas, prevista para ocorrer nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília/DF.

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#VazaJato: The Intercept faz balanço sobre a ação de outros órgãos jornalísticos comprovando conversas e denuncia possível tramoia

Tania Pacheco

The Intercept Brasil publicou ontem um extenso balanço de reportagens publicadas por jornais, revistas e sites, nacionais e internacionais, que dedicaram matérias investigativas ao #VazaJato. São matérias que partiram sempre de um objetivo primeiro: testar a veracidade do material.

Na maioria dos casos, o método utilizado foi buscar comprovações a partir do trabalho de seus próprios repórteres: trocas de mensagens com integrantes da Lava Jato, buscando informações para matérias. Em alguns, os jornalistas buscaram cotejar também os dados divulgados pelo TIB com acontecimentos paralelos ligados ao teor das conversas, de ações concretas da LJ a confirmações por parte de pessoas externas à ‘operação’, como o apresentador Fausto Silva e o diretor da Transparência Brasil. Finalmente (caso do Correio Braziliense e do El País), as conversas foram confirmadas por procuradores que participaram de um ou mais grupos presentes nos vazamentos.

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Glenn Greenwald: “Moro sabe que eu sei tudo que ele disse e fez. E sabe que vamos contar tudo”

Ele liderou a equipe que revelou o escândalo que sacode o Brasil e pôs contra a parede o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que condenou o ex-presidente Lula à prisão

Por Naiara Galarraga Gortázar, no El País

Nos últimos seis anos, o advogado Glenn Greenwald (Nova York, 1967) se tornou uma figura fundamental do jornalismo investigativo. Instalado no Rio de Janeiro há 15 anos, foi a ele que o analista Edward Snowden  recorreu em 2012 com os documentos que revelavam os programas de vigilância em massa do Governo dos Estados Unidos, porque tinha lido seu blog e suas colunas no site Salon.

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Em nota, Abraji repudia ataques a Glenn Greenwald e equipe do Intercept

A publicação de diálogos de autoridades relacionadas à operação Lava Jato, feita pelo site The Intercept, gerou ataques descabidos aos jornalistas responsáveis pela série de reportagens. 

O ministro da Justiça, Sergio Moro, chamou o Intercept, no Twitter, de “site aliado a hackers criminosos” (14.jun.2019). Trata-se de uma manifestação preocupante de um ministro que já deu diversas declarações públicas de respeito ao papel da imprensa e à liberdade de expressão. Moro, que é um dos convidados do 14º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, que a Abraji realizará de 27 a 29 de junho, erra ao insinuar que um veículo é cúmplice de crime ao divulgar informações de interesse público. O Intercept alega que recebeu de uma fonte anônima mensagens privadas de Moro e de procuradores da Lava Jato. Jornalistas e veículos não são responsáveis pela forma como a fonte obtém as informações. 

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Reino Unido assina ordem de extradição de Assange para os EUA

Sajid Javid, secretário do Interior, confirmou que assinou na terça o pedido de extradição feito por Washington, mas decisão final fica a cargo da Justiça

No Opera Mundi

O secretário de Interior do Reino Unido, Sajid Javid, disse nesta quinta-feira (13/06) que assinou o pedido de extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, para os Estados Unidos.

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MPF dá prazo de dez dias para que MEC cancele nota em que desautoriza divulgação de protestos

Recomendação foi encaminhada à pasta nesta sexta-feira (31) e orienta para imediata retratação pública. Descumprimento pode resultar em medidas judiciais

O Ministério Público Federal deu prazo de dez dias para que o Ministério da Educação cancele a Nota Oficial emitida pela pasta no dia 30 de maio de deste ano, e na qual “desautoriza” pais, alunos, professores e funcionários a divulgarem ou estimularem protestos pelo direito à educação. A medida consta em uma recomendação encaminhada nesta sexta-feira (31) pelo MPF ao ministro da Educação, Abraham Weintraub. O texto solicita que o MEC promova imediata retratação pública quanto à publicação e divulgação da referida nota. 

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AGU pede ao STF que autorize a entrada da polícia nas universidades

O objetivo, segundo documento assinado pelo ministro André Mendonça, seria coibir propaganda eleitoral irregular

Por Rafaela Felicciano, no Metrópoles

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), André Mendonça, enviou uma carta ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende a entrada da polícia em universidades federais para coibir propaganda eleitoral irregular. Na justificativa dele, não pode haver uma decisão geral que proíba a presença de forças militares e cada caso deve ser analisado separadamente pelo juiz eleitoral da região.

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Manifesto de Juristas em Defesa da Universidade Pública e da Constituição

“Não surpreende que ganhe centralidade nas diretrizes que orientam as iniciativas do governo ultraneoliberal implantado no País, a partir de 1º de janeiro deste ano, as investidas prepotentes contra a cultura e a educação. Em toda ação política autoritária logo se instala o horror à crítica e à reflexão, exatamente na afronta ao campo cultural e à educação. Foi assim na Alemanha nazista, valendo lembrar a expressão bisonha de Goebbels sobre seu desejo de “empunhar a pistola toda vez que ouvia a palavra cultura”, nessa mesma Alemanha onde ocorreu, em 1933, a queima de livros de Filosofia, de Sociologia e de Literatura.

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