Brasileiros no exterior, uma frente contra o retrocesso

Avança resistência entre emigrados brazuca. Grupos de 40 países reúnem-se na Alemanha, para denunciar governo, exigir soberania nacional e o fim das agressões à Amazônia e povos indígenas

por Flavio Aguiar, em Outras Palavras

Começado no dia 16 de agosto, sexta-feira, em Berlim, e terminado no domingo, dia 18, o II Encontro Internacional da Frente de Brasileiras e Brasileiros pela Democracia e contra o Golpe (FIBRA), definiu 11 objetivos prioritários para seu programa de lutas pelos próximos dois anos.

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As trapaças do gozo individual

Num texto que viralizou, Lira Neto propõe desfrute como forma de lutar contra a maré obscurantista. Descontrair não serve como saída política. Nesse caso, reduz-se a individualização e fuga. Lutar pelo comum é criá-lo, no prazer da luta coletiva

por Veridiana Zurita, por Outras Palavras

Na aceleração frenética que movimenta as redes sociais, onde recebemos mensagens instantâneas, postamos, compartilhamos, retweetamos, “likamos” ou selecionamos emoticons que resumem as nossas reativas emoções, recebi diversas vezes posts que replicavam uma mesma receita para suposta superação ao obscurantismo bolsonarista. No geral, tais posts, ecoam aquela lógica de autoajuda que para todo e qualquer sofrimento há um cardápio positivo de superação. Mas a que mais me impactou, já com 8.997 retweets e 26.674 likes, foi um tweet do jornalista e escritor Lira Neto que dizia:

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De Olho na História (I) — Margarida Maria Alves: “Da luta não fujo”

A camponesa de Alagoa Grande (PB) foi assassinada a mando de latifundiários em 1983; os criminosos não foram condenados, mas Margarida tornou-se inspiração para milhares de mulheres que, como ela, resistem a injustiças e retrocessos

Por Maria Lígia Pagenotto, em De Olho nos Ruralistas

Nascimento: 5 de agosto de 1933 em Alagoa Grande (PB), município da região do Brejo Paraibano, a 100 quilômetros de João Pessoa.

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Marchar é um ato de valentia e resistência!

A mobilização, que teve como lema: Marcha Estadual em Defesa da Soberania, pela Terra e pela Manutenção dos Direitos”, foi construída pelo MST e pela CPT

Por Eva Bezerra, na Página do MST 

Cerca de 1000 Sem Terra – em sua maioria mulheres – saíram em marcha pelas ruas da Paraíba nesta segunda-feira (12). A marcha  saiu do município de Conde que fica há 23 km da capital João Pessoa.

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Christiane, Aida, Marcia, Maria, Adelia: cinco histórias de Margaridas

Mulheres de todas as idades, do campo e da cidade, levaram para Brasília diferentes pautas para o encontro de camponesas; em comum, a intenção de fortalecer a luta por seus direitos 

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

Luta, esperança e coragem. As palavras resumem os propósitos das milhares de mulheres que ocuparam as ruas de Brasília com um chapéu na cabeça e um sorriso no rosto durante a Marcha das Margaridas, nos dias 13 e 14, maior evento de luta feminina da América Latina. Apesar dos desafios impostos pela política, estavam felizes por encontrar as companheiras e ter as suas vozes ampliadas. Elas falam, cada uma a seu modo, sobre as mudanças que gostariam de ver no Brasil.

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Marcha das Margaridas deixa recado em meio à retirada de direitos: “Vamos renascer das cinzas”

Protesto contra retrocessos nas políticas públicas do governo Bolsonaro marcaram ato que reuniu recorde de cem mil pessoas em Brasília durante os dias 13 e 14; mudanças nas regras da aposentadoria são a maior preocupação das mulheres do campo

Por Priscilla Arroyo, em De Olho nos Ruralistas

“Vamos renascer das cinzas, plantar de novo um arvoredo. Bom calor nas mãos unidas, na cabeça de um grande enredo”. Em uma nova versão, na voz de uma mulher, os versos de Martinho da Vila permearam a abertura da 6ª Marcha das Margaridas, ato que levou 100 mil mulheres à capital durante os dias 13 e 14. Trata-se de um número recorde de participantes da ação, que, desde 2000, acontece de quatro em quatro anos, com desfecho em Brasília. Esta edição aconteceu sob o lema “Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência”.

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Brasileiros: resistência também no exterior

Forma-se, em dezenas de países, frente de brazucas contra os retrocessos e pela democracia. Coletivos encontram-se neste fim de semana, em Berlim, para organizar ativismo internacional. Evento terá exposições e debates

Outras Palavras

De 16 a 18 de agosto próximos se reúne em Berlim o II Encontro Internacional da FIBRA – (Frente de Brasileiras e Brasileiros pela Democracia e Contra o Golpe). A reunião acontecerá na sede da Fundação Rosa Luxemburgo, na Alemanha.

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Impunidad transnacional y derechos de los pueblos indígenas

Impunidad de las empresas transnacionales y lucha por los derechos humanos de los pueblos indígenas originarios y campesinos en América Latina

Por Mabel Medina Valenzuela, en Servindi

El capital corporativo ha contribuido en dividir el mundo entre países del norte y países del sur, que lejos de ser un nominativo geográfico es una manera de ubicar las enormes desigualdades que hay entre ellos. Se ha generado un sistema de opresión y lucro donde la riqueza de unos se hace a costa de la pobreza y vulneración de derechos de otros, trasladando la reproducción de este sistema incluso dentro de los mismos países y acentuando el poder de una clase privilegiada. Las empresas transnacionales vienen a ser actores principales de este juego de poderes económicos, sociales y políticos que perjudican a gran parte de los países latinoamericanos.

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Resistência e cuidado coletivo marcam a luta das mulheres da metropolitana em MG

Além da saúde e da educação, as mulheres constroem a cada dia os 20 anos de história da regional do MST-MG

Por Agatha Azevedo, na Página do MST

A trajetória das mulheres da metropolitana começa há 20 anos atrás, com a primeira ocupação. Em 2019, o assentamento 2 de Julho, localizado em Betim (MG), completa 20 anos de luta e resistência.

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Bação e Aredes – Teatro Comunitário valorizando memórias nas Minas Gerais

por Alenice Baeta & Henrique Piló  

O grupo de teatro São Gonçalo do Bação, sob direção do dramaturgo Mauro Antônio de Souza ou Mauro Ghoña, em parceria com a Estação Ecológica Estadual Aredes-IEF e patrocínio da SAFM, vai apresentar uma nova peça inspirada no livro publicado em 2016: “Aredes- Recuperação Ambiental e Valorização de um sítio arqueológico”, organizado pelos historiadores e arqueólogos Alenice Baeta e Henrique Piló.

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