Vila Autódromo Convida: Ocupação pela Renomeação de BRT e Cumprimento de Promessas da Prefeitura

por Maria Luiza Belo, em RioOnWatch

A comunidade Vila Autódromo está organizando para o dia 9 de fevereiro uma ocupação cultural na estação do BRT localizada em frente à comunidade. A ocupação surge como forma de reivindicação de duas demandas antigas: o cumprimento da totalidade do acordo firmado com a gestão municipal do Eduardo Paes em 2016 e a renomeação da estação de BRT “Centro Olímpico” para BRT “Vila Autódromo”. A ocupação está inserida em uma série de ocupações ao longo dos anos, que servem como ferramenta para dar visibilidade e reunir esforços e apoiadores em torno da luta pela permanência e reconhecimento simbólico da Vila Autódromo.

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Mulheres indígenas do Baixo Tapajós divulgam carta contra o acelerado desmonte da política indigenista

A carta elaborada no primeiro Encontrão na aldeia Novo Gurupá traz denúncias e pede apoio internacional para boicotar produtos do agronegócio brasileiro

por Verônica Holanda*, em Cimi

Cerca de duzentas mulheres indígenas do Baixo Tapajós, dos povos Arapium, Apiaká, Arara Vermelha, Borari, Jaraqui, Karajá, Kumaruara, Maytapu, Munduruku, Munduruku Cara Preta, Tapajó, Tapuia, Tukano, Tupayú e Tupinambá, participaram do primeiro Encontrão na aldeia Novo Gurupá, no município de Santarém, no Pará. Do dia 9 ao dia 13 de janeiro, foram discutidas estratégias de resistência, defesa dos territórios e efetivação dos direitos das mulheres indígenas, para trocar conhecimentos e fortalecer as culturas e espiritualidades.

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Diário: a primeira tarde de protesto na era Bolsonaro

O ato do MPL contra o aumento dos ônibus, em SP, visto por dentro. Perfil dos dez mil manifestantes. Os métodos horizontais. O Vermelho e o Negro. A tática policial para isolar o protesto e a resposta

Por Gavin Adams, em Outras Palavras

10 de Janeiro: Saí da estação Sé do metrô, no centro de São Paulo, às 17h30 para alcançar a primeira manifestação do Movimento Passe Livre contra o aumento da tarifa, em frente ao Teatro Municipal. A passagem aumentou acima da inflação e provocou o que parece ser o primeiro grande ato de protesto da Era Bolsonaro.

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Resistência a medidas do governo Bolsonaro começa com “repúdios” e representações ao MPF

Nova Zelândia e Alemanha tiveram manifestações antifascistas neste início de ano, de olho na nova gestão em Brasília; movimentos sociais e ONGs demonstram indignação com Medidas Provisórias, mas também cautela

Por Leonardo Fuhrmann e Bruno Stankevicius Bassi, em De Olho nos Ruralistas

A primeira semana do governo Jair Bolsonaro foi marcada por retrocessos e anúncios de reviravoltas em direitos da população do campo, em especial dos povos originários e tradicionais. Mas a reação da sociedade civil, por enquanto, tem sido majoritariamente epistolar: notas com “repúdio” às medidas, manifestos, cartas. No máximo, das ONGs aos movimentos sociais, foram feitas algumas representações ao Ministério Público Federal.

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Novembro Negro: É tempo de reafirmar a resistência do povo brasileiro

“Precisamos colocar a história no seu devido lugar”, afirma Regina Lúcia, do Movimento Negro Unificado (MNU)

Por Wesley Lima, na Página do MST

O Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, relembra a morte de Zumbi dos Palmares, último líder do quilombo dos Palmares, assassinado em 1695. Há décadas o mês de novembro tem se tornado referência para atividades que inspiram a luta, resistência e, principalmente, a rebeldia do povo negro, que historicamente tem sido os sujeitos do enfrentamento ao racismo articulado nas diversas esferas da sociedade.

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“Para as forças populares e para o MST o desafio será a resistência”

Temos um futuro a construir. Um futuro que não virá se não formos capazes de transgredir as ordens

Por Ayala Ferreira*, na Página do MST

As manifestações de ódio e outas declarações criminalizando o MST e seu processo de luta pela terra e Reforma Agrária, ditas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, ademais de provocar a contestação da sociedade civil organizada, revela um posicionamento de alguém com ampla responsabilidade que desconhece por completo a realidade agrária do nosso país, marcado por inúmeros conflitos e assassinatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais. (mais…)

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João Pedro Stedile: “Nós temos que retomar o trabalho de base”

Liderança do MST fala sobre os próximos passos da esquerda após vitória de Jair Bolsonaro

Do Brasil de Fato / MST

“Saímos desse processo aglutinados, com capacidade e força organizada para resistir à pretensa ofensiva fascista”. A afirmação é de João Pedro Stedile, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), sobre o resultado das eleições presidenciais. (mais…)

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Resistiremos!

Neste momento, é fundamental continuarmos juntos e coesos em torno da democracia, da soberania nacional e da luta por direitos

Da Página do MST

Após o resultado das eleições presidenciais no Brasil, onde Jair Bolsonaro (PSL), candidato da extrema-direta, foi eleito com a maioria dos votos válidos (55,1%), um amplo processo de resistência ao discurso de ódio propagandeado e colocado em prática durante as campanhas eleitorais começa.

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Resistência a Bolsonaro nas ruas e redes será mais dura que no Congresso. Por Leonardo Sakamoto

no blog do Sakamoto

A eleição de um novo governo também significa o estabelecimento de uma nova oposição. A campanha de segundo turno desta eleição presidencial serviu para reunir grupos e indivíduos contrários a Jair Bolsonaro (PSL) em uma ação que, indo muito além do PT e dos movimentos sociais tradicionais, pode apontar caminhos de como será a resistência nas ruas e redes, que promete ser mais aguerrida que aquela a ser realizada no Congresso Nacional. (mais…)

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Nossa existência é resistência!

Curso para militantes LGBT Sem Terra aponta a Reforma Agrária Popular como instrumento de luta contra o patriarcado

Por Wesley Lima, na Página do MST

Cerca de 70 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), assentados e acampados nas áreas de Reforma Agrária do MST, participam da 4º turma do Curso para Militantes LGBT Sem Terra, na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, no interior de São Paulo.  (mais…)

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