Apenas dois territórios quilombolas são tombados atualmente
Isabelle Rieger, do Nonada, no Brasil de Fato
Especulação imobiliária nos quilombos urbanos, grilagem, avanço da monocultura de soja e geradores de energia nos quilombos rurais e ameaças a terreiros estão entre os ataques que esses territórios mais enfrentam. Com possibilidade de violação de direitos humanos, o tombamento pode ser utilizado como uma estratégia de preservação da cultura e dos próprios territórios. Continue lendo “Tombamento de terreiros e quilombos pelo Iphan é ferramenta contra ameaças e conflitos de terra”










