Abaixo do chão, onde ninguém vê, os fungos fazem, em silêncio, um trabalho extraordinário, associando-se com as raízes das plantas


Abaixo do chão, onde ninguém vê, os fungos fazem, em silêncio, um trabalho extraordinário, associando-se com as raízes das plantas

El Comité Directivo del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) manifiesta su solidaridad con el Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra (MST), de Brasil, ante el incremento de la criminalización de su lucha política en defensa de la tierra y de la reforma agraria popular para las familias campesinas y de trabajadores rurales. Continue lendo “Solidaridad con el Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra de Brasil”

Documentos obtidos com exclusividade mostram que empresa se associou com grileiro na Amazônia para explorar minério
Por Dyepeson Martins, em Agência Pública
Jornadas de trabalho excessivas, salário incerto e nenhum sinal da carteira de trabalho. Era nessas condições que indígenas de diferentes etnias, de regiões isoladas do Amazonas, trabalharam durante a construção de uma pista de pouso da Paranapanema, grupo econômico de extração mineral, fundição de cobre e outras áreas. A obra ocorreu no início dos anos 1980, quando a empresa intensificava a exploração de povos da floresta em projetos que abrangiam a maioria dos estados do Norte do Brasil, conforme apurou a Agência Pública. Continue lendo “Produtora de cobre Paranapanema teria mantido indígenas em “semi-escravidão” na ditadura”

A tese do marco temporal é estapafúrdia, já mostraram diversos especialistas, inclusive quem participou das discussões sobre os direitos dos Povos Indígenas na elaboração da Constituição de 1988. Mas como a sanha da bancada ruralista não tem limites, é preciso recordar que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF), que julga um processo que questiona tal tese, já negou que a data de promulgação da Carta Magna limita direitos sobre terras ocupadas por Povos Tradicionais. Continue lendo “STF já negou tese do marco temporal para quilombolas”

Médio Rio Javari está cercado por atividades ilegais que tentam dominar o território dos povos indígenas. Em março passado, a Amazônia Real esteve na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, onde ouviu relatos sobre invasões e também conheceu os esforços de enfrentamento dessas ameaças e de outros crimes. Em 2022, os Kanamari estavam montando o grupo Guerreiros da Floresta, e ouviram de Bruno Pereira a promessa de que ele voltaria em 15 dias para ensiná-los a vigiar seus territórios. Em 5 de junho, o indigenista brasileiro e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados dentro do Vale do Javari, mas os Kanamari seguiram em frente.
Por Elaíze Farias, em Amazônia Real
TI Vale do Javari (AM) – Não é fácil para os indígenas da Terra Indígena Vale do Javari fiscalizar aquela imensidão de floresta e centenas de rios. No Médio Javari, um rio de fronteira, que divide Brasil e Peru, o narcotráfico e o roubo de madeira pressionam as aldeias. Para tentar combater a ilegalidade no Médio Javari estão os Kanamari, que criaram o grupo Guerreiros da Floresta, formado por 36 homens. Eles se alternam na vigilância da região em expedições periódicas, com recursos próprios, sem apoio de políticas públicas. Em vez de serem protegidos, eles têm de garantir a própria proteção. Continue lendo “Os guerreiros do Médio Javari”

Portal ‘Metrópoles’ publicou imagens gravadas durante diligências no Pontal do Paranapanema, em SP, em maio
Do Brasil de Fato / MST
Os deputados federais Ricardo Salles (PL-SP) e Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS) se calaram ao serem confrontados nesta terça-feira (13) pela também deputada Sâmia Bonfim (Psol-SP), horas após a divulgação de vídeo mostrando que houve invasão de residências de pessoas acampadas em assentamento no Pontal do Paranapanema, no oeste paulista. Continue lendo “Salles e Zucco se calam ao serem cobrados por vídeos de invasões de residências”

Dossiê “Os Invasores” identifica 42 políticos e seus familiares com fazendas incidentes, entre eles um senador, dois deputados federais, um governador e três prefeitos; cúpula ruralista e Bolsonaro receberam doações de empresários com sobreposições em TIs
Por Luís Indriunas, em De Olho nos Ruralistas
Quarenta e dois políticos e seus familiares de 1º grau são titulares de imóveis rurais com sobreposições em terras indígenas (TIs), totalizando 96 mil hectares — o equivalente à soma das áreas urbanas do Rio de Janeiro e Belo Horizonte. As informações são do dossiê “Os Invasores: parlamentares e seus financiadores possuem fazendas sobrepostas a terras indígenas“, elaborado pelo De Olho nos Ruralistas a partir do cruzamento das bases de dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Continue lendo “Políticos e seus familiares possuem 96 mil hectares sobrepostos a terras indígenas”

Carlos Roberto, que sempre viveu no Rio de Janeiro, é acusado por um flagra de drogas em cidade do Espírito Santo
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Por José Cícero, Agência Pública
Nascido em Duque de Caxias e criado em Belford Roxo, municípios da baixada fluminense, Carlos Roberto Medeiros Teixeira, de 53 anos, é pedreiro e trabalha na área de construção civil. Desde o dia 29 de maio, Carlos está preso na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica (RJ), acusado pelo crime de tráfico de drogas praticado em 2002 na cidade de Vila Velha, no Espírito Santo. Segundo familiares ouvidos pela Agência Pública, ele nunca saiu do estado do Rio de Janeiro na vida. “O único lugar que ele foi mais longe um pouquinho é em Cabo Frio”, conta Gisleide Carvalho, casada com Roberto há 22 anos. Continue lendo “Pedreiro é preso vinte anos depois por crime em estado onde nunca esteve”

MPF, MPAC e Funai definiram medidas para proteção da saúde mental de indígenas
O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Acre (MPAC), a Defensoria Pública da União (DPU) e Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Purus (Sesai), CR Alto Purus (Funai), reuniram-se nessa segunda-feira (12), para tratar sobre os próximos passos para a instalação da Rede Intersetorial de Saúde Mental junto aos povos indígenas do Acre. Continue lendo “Órgãos discutem criação de rede intersetorial de saúde mental junto aos povos indígenas do Acre”

Serra do Espinhaço reúne 80% dessas flores
Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
O sistema agrícola adotado por povos tradicionais que geram renda através da coleta das flores sempre-vivas na Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, foi reconhecido nesta terça-feira (13) como patrimônio cultural imaterial do estado. Continue lendo “Sempre-vivas: Minas reconhece agricultura tradicional como patrimônio”