Cada indígena que cair, que tombar morto pela motosserra, pelas munições letais, pelos vírus do colonizador do século XXI, assim como seus ancestrais há milênios, levará consigo a sabedoria de um povo inteiro, levará consigo, para o esquecimento, todo o conhecimento que possa haver numa biblioteca inteira.
Por Vinício Carrilho Martinez, Marcia Camargo e Erilza Braz dos Santos, no Blog da Boitempo
No início, eles foram obrigados a falar em português, foram obrigados a escrever em português e foram obrigados a compreender e se comportarem com a imposição de costumes, crenças e significados de palavras com uma visão cosmológica que não lhes pertencia. Continue lendo “Marco temporal: o tempo do genocídio indígena”










