Sementes Marias, Mahins, Margaridas: as mulheres e as lutas de resistência

A coluna deste abril traz um balanço das Jornadas de Luta das Mulheres Sem Terra e um histórico do protagonismo feminino nas lutas, apagadas pelo patriarcado, mas não silenciadas

Por Coletivo de Mulheres Sem Terra do MST Maranhão
Da Página do MST

O agronegócio lucra com a fome e a violência. Por Terra e Democracia, mulheres em resistência!”

Com essa consigna as mulheres Sem Terra anunciaram os aromas das lutas e ocuparam as ruas e as redes com ações nos 23 estados do país e no Distrito Federal, inclusive em terras africanas, na Zâmbia. Continue lendo “Sementes Marias, Mahins, Margaridas: as mulheres e as lutas de resistência”

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O mundo à beira de uma catástrofe climática segundo o IPCC. Por José Eustáquio Diniz Alves*

A ultrapassagem do limite de 1,5 graus Celsius em relação ao período pré-industrial pode levar a uma série de consequências negativas para a sociedade e o meio ambiente.

EcoDebate / IHU

“Presta atenção, querida
De cada amor, tu herdarás só o cinismo
Quando notares, estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com teus pés”

Cartola (1908-1980) Continue lendo “O mundo à beira de uma catástrofe climática segundo o IPCC. Por José Eustáquio Diniz Alves*”

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Estudo expõe desigualdades que marcam quadro de mães adolescentes no país

Inês Costal (UFBA), na Agência Fiocruz de Notícias

Mais de 6 milhões de bebês nasceram de mães adolescentes no Brasil, no período de 2008 a 2019, e a maioria das meninas e jovens que tiveram filhos são indígenas e negras. Os dados são de um estudo desenvolvido por meio de uma parceria entre o Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) e o Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa). A pesquisa mostra também que as regiões Norte e Nordeste concentram os maiores números de mães adolescentes do país, que têm entre 10 e 19 anos. Continue lendo “Estudo expõe desigualdades que marcam quadro de mães adolescentes no país”

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Lideranças femininas de povos tradicionais participam de evento por visibilidade de mulheres e seus territórios

Objetivo é capacitá-las para uso da Plataforma de Territórios Tradicionais, que auxilia na defesa dos direitos dessas comunidades

Com apoio do Ministério Público Federal (MPF), mais de 60 lideranças femininas de povos e comunidades tradicionais de 10 estados brasileiros participam, a partir desta terça-feira (11), do evento “Marés de Diálogos: Inserção e visibilidade das Mulheres e seus Territórios na Plataforma de Territórios Tradicionais”, em Tamandaré, Pernambuco. Continue lendo “Lideranças femininas de povos tradicionais participam de evento por visibilidade de mulheres e seus territórios”

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Por que a Folha e a velha direita se bolsonarizaram

O novo Projeto Folha é a defesa da bolsonarização permanente, com vários estágios e hierarquias, de pelo menos um terço dos brasileiros

Moisés Mendes, Brasil 247

Bolsonarizar-se não é apenas aderir a Bolsonaro, mas também oferecer-se como base e agarrar-se ao que resultou de quatro anos de fascismo no poder. Continue lendo “Por que a Folha e a velha direita se bolsonarizaram”

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Pesquisa confirma prejuízos de memória em infectados por covid-19

Estudo foi publicado no periódico internacional Cell Report

Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) descobriram que a proteína Spike do SARS-CoV-2, quando injetada no cérebro de camundongos, induz alterações de memória. Essas mudanças ocorrem de forma tardia, em torno de 20 a 30 dias após a infecção, tal como acontece com seres humanos infectados pelo vírus da covid-19. Continue lendo “Pesquisa confirma prejuízos de memória em infectados por covid-19”

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Golpes, ditaduras e justiça de transição. Por Carlos Frederico Guazzelli

Há uma relação causal entre o golpismo latente, ameaça permanente à nossa democracia e a ausência de um processo de justiça de transição

No Sul21

Já transcorridos alguns dias do 59º aniversário do putsch que, em 1º de abril de 1964, instalou a ditadura civil-militar que perdurou no país por mais de duas décadas – sem desconhecer o tanto que se falou e escreveu sobre o episódio e suas consequências nefastas, ainda presentes hoje em dia – talvez caiba tecer mais alguma reflexão sobre o tema, modesta que seja, abordando-o sob um ângulo frequentemente tangenciado. Continue lendo “Golpes, ditaduras e justiça de transição. Por Carlos Frederico Guazzelli”

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Combate ao trabalho escravo. Por Jorge Luiz Souto Maior

O racismo na base do trabalho em condições análogas à de escravidão

Em A Terra é Redonda

Alguns dados sobre a situação das trabalhadoras e trabalhadores negras e negros no Brasil

Conforme demonstram as estatísticas do IBGE, 54% da população brasileira é negra. Diante desta informação, e considerando o escopo da presente audiência, é importante indagar: onde estão e o que fazem estas cidadãs e cidadãos brasileiras e brasileiros? Continue lendo “Combate ao trabalho escravo. Por Jorge Luiz Souto Maior”

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‘O fim de um mundo’, anuncia professor Cláudio Luiz Zanotelli

Contaminação “escandalosa” do Rio Doce não alterou permissão para empresas continuarem a “comer o planeta”

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

A contaminação escandalosa do Rio Doce por metais pesados a partir do rompimento da barragem de Fundão, em 2015, da Samarco/Vale-BHP, o maior crime ambiental do País, não retirou das mineradoras nem de outras empresas poluidoras a permissão, política, legal e social para continuarem com suas atividades altamente predatórias. Continue lendo “‘O fim de um mundo’, anuncia professor Cláudio Luiz Zanotelli”

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“A telessaúde deve estar a serviço do SUS”

Após o início da pandemia de Covid-19 ficou cada vez mais comum encontrar opções on-line para a prestação de serviços de saúde. As filas de espera deram lugar a um atendimento ao alcance do celular. No entanto, os serviços de saúde a distância estão longe de serem novidade e não se reduzem a aplicativos que podem ser baixados ou a teleconsultas. As atividades em teleconsulta ganharam impulso a partir de 2005, com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que a modalidade fosse adotada. A partir daí surgiram vários programas de desenvolvimento de tecnologias na área, a maioridade deles vinculados a universidades públicas e voltados para o Sistema Único de Saúde (SUS). E apesar de regulamentada por portarias e resolução de conselhos profissionais, a telessaúde foi regulamentada em caráter permanente apenas em dezembro de 2022. Programas ligados a essa modalidade de atendimento ficaram a cargo da recém-criada Secretaria de Saúde Digital, que também tem sob sua alçada o Departamento de Informática do SUS (DataSUS). Nesta entrevista, a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz) Angélica Baptista Silva comenta a aprovação de lei que inclui a Telessaúde na Lei Orgânica do SUS, fala das diferenças de abordagem no âmbito público e privado e aponta os desafios para a nova secretaria.

Juliana Passos – EPSJV/Fiocruz

Em 2005, a OMS lançou uma recomendação para o uso da telessaúde. Em seguida, surgiram plataformas dessa modalidade no país. Qual o seu balanço do período e os desafios atuais?

Em meados dos anos 2000 iniciaram algumas ações importantes do governo. Uma foi a criação da Rede Universitária de Telemedicina. Houve outro projeto do Ministério da Saúde em que as universidades públicas ficaram responsáveis pelos núcleos técnico-científicos e dez estados que receberam a versão piloto do projeto puderam montar 100 pontos de telessaúde cada um. Essa etapa durou cerca de quatro anos e virou programa Telessaúde Brasil Redes, ainda no governo do PT [Partidos dos Trabalhadores]. Um programa idealizado por Ana Estela Haddad, atual Secretária de Saúde Digital. O legal do Telessaúde Brasil é que o programa foi criado para auxiliar a Atenção Primária em Saúde e fortalecer a equipe multiprofissional nos diagnósticos que porventura chegassem. Continue lendo ““A telessaúde deve estar a serviço do SUS””

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