História de vida de uma jovem quilombola baiana é o fio condutor para despertar sobre a importância de aspectos como autonomia financeira e formação política para superar a violência contra a mulher
Por Érica Daiane Costa, ASACom
“Foi daí que eu cresci. (…) Voltei pra comunidade, comecei a participar dos movimentos da comunidade, ocupar um pouco minha cabeça e abrir um pouco mais a mente. Hoje me sinto uma mulher bem mais empoderada, uma mulher totalmente independente,” conta uma jovem quilombola ribeirinha do Rio São Francisco no município de Juazeiro (BA). Começar a contar a história de uma mulher vítima de violência com um relato de superação é motivo de celebração em um país que a cada seis horas e meia registra um feminicídio, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).
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