Com Cristo no oxigênio, Economist diz que Brasil precisa tirar Bolsonaro em 2022 para sair de crises

Na BBC Brasil

Um relatório especial da revista britânica The Economist, publicado nesta quinta-feira (03/06), afirma que o Brasil vive hoje “sua maior crise desde o retorno à democracia em 1985” e atribui a maior parte dos problemas ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

A capa do relatório — que contém sete reportagens em 11 páginas — traz uma imagem do Cristo Redentor usando uma máscara de oxigênio e a manchete “On the brink” (“Na beira”).

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Em breve decisão do habeas corpus no processo criminal contra o defensor de direitos humanos José Vargas Sobrinho Júnior

Front Line Defenders

Em 11 de maio de 2021, representantes da Subseção de Redenção da OAB do Pará apresentaram um pedido de habeas corpus solicitando o trancamento da ação penal contra José Vargas Sobrinho Júnior, com base nos procedimentos arbitrários e na fragilidade das provas apresentadas contra ele. A decisão deve ser tomada até 14 de junho de 2021.

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Dom Mário: Carta à Igreja e ao povo de Roraima

O bispo de Roraima e 2º Vice Presidente da CNBB afirma que o garimpo é mais uma face da ferida que está dentro das terras indígenas, que são terras da União, de usufruto destes povos. Dom Mário diz que “a omissão e negligência das autoridades é inaceitável. A proteção dos territórios indígenas é uma obrigação constitucional do governo federal, garantida também por tratados e convenções internacionais”. “Portanto, é urgente que as autoridades garantam a proteção da vida e do território dos povos indígenas e atuem para que a violência seja investigada e apuradas as responsabilidades. Toda pessoa que promove a violência, instiga ao ódio e à degradação ambiental fere a obra do Criador”, afirma.

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Carta dos docentes negras e negros da USP: Pelo direito à diversidade na USP

Por Gislene Santos, no Portal Geledés

Docentes negras e negros da Universidade de S. Paulo lançaram carta à administração da USP  denunciando o racismo institucional na universidade. A carta intitulada “PELO RESPEITO À  DIVERSIDADE NA USP” avalia que o caso da morte do estudante Ricardo Lima da Silva no CRUSP  (Conjunto Residencial da USP) no dia 26 de maio não foi um fato isolado, mas fruto da “inequívoca  existência do racismo institucional na USP, da ausência efetiva de políticas públicas para superar o racismo, a falta genuína de interesse em um verdadeiro acolhimento de pessoas negras na  universidade”.  

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Povo Baniwa realiza ritual milenar do Kariamã

Por Juliana Albuquerque Baré, da FOIRN

Uma das tradições milenares do povo Baniwa, o Kariamã continua sendo realizado na região do Rio Negro, no Amazonas. Nos dias 29 e 30 de maio, o ritual sagrado do Kariamã Masculino foi realizado na comunidade Ucuqui Cachoeira, no rio Uarana – Alto Içana, sendo conduzido por três anciões: Abel Fontes, Hilário Fontes e o pajé Dário Fontes. Esse rito de passagem tem como objetivo o repasse de conhecimentos culturais e mitológicos.

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MPF e MP do Acre pedem responsabilização de Bolsonaro por crimes contra a saúde pública na inauguração de ponte de madeira

Órgãos encaminharam representação com pedido de responsabilização do presidente da República e a comitiva presidencial por crime contra a saúde pública. Bolsonaro participou de evento de inauguração da Ponte do Rio Madeira no dia 7 de maio sem máscara.

Por G1 AC — Rio Branco

O Ministério Público Federal (MPF-AC) e o Ministério Público do Acre (MP-AC) estão pedindo a responsabilização do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) por crimes contra a saúde pública por causar aglomeração e não usar máscara facial durante a inauguração da Ponte do Abunã, no dia 7 de maio, em Porto Velho (RO), sobre o Rio Madeira.

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Entrevista: como o diálogo com os movimentos sociais é fundamental para atuação do MPF

O procurador da República Julio José Araujo Junior conta como essa aproximação ajuda na compreensão de realidades distintas e na efetivação de direitos fundamentais

“Apenas com o diálogo com movimentos indígenas, de moradia, de combate ao racismo, LGBT, entre outros, vamos entender melhor a perspectiva daqueles que mais demandam por direitos.” A frase do procurador da República Julio José de Araujo Junior sintetiza grande parte de sua atuação em 9 anos de MPF, em que a aproximação dos movimentos sociais e da sociedade em geral têm marcado sua trajetória na instituição. Com a carreira iniciada na Procuradoria da República no Amazonas, Julio passou pelas PRMs Volta Redonda (RJ) e São João de Meriti (RJ), e hoje está lotado na PR/RJ.

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As boiadas, o projeto de lei do (contra) o licenciamento ambiental e nossa luta para fechar a porteira do descalabro e da destruição. Por João Alfredo Telles Melo

No Brasil Popular

É óbvio, porque público e notório o fato, que a alusão à boiada no título deste artigo se refere à infame frase do (anti)ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na não menos infame reunião ministerial do dia 22 de abril do ano passado. Ali, de forma cínica, ao alertar, para os integrantes do (des)governo federal, que a imprensa estava voltada para cobrir a tragédia da COVID, defendia que era uma oportunidade de se aprovar uma série de medidas administrativas para “flexibilizar” o controle ambiental, usando outra expressão que ficou célebre: “parecer, caneta”, confessando que arrimava suas medidas antiambientais em pareceres jurídicos, contornando, assim, a necessidade de se submeter ao processo legislativo[2].

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Ministra Cármen Lúcia autoriza instauração de inquérito contra ministro do Meio Ambiente

Ricardo Salles é investigado pela suposta prática do delito de advocacia administrativa e por dificultar fiscalização ambiental.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a instauração de inquérito contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales, pela suposta prática dos delitos de advocacia administrativa, obstar ou dificultar a fiscalização ambiental e impedir ou embaraçar a investigação de infração penal que envolva organização criminosa. A ministra atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) formulado na Petição (PET) 9595.

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Garimpo na Terra Indígena Munduruku cresce 363% em 2 anos, aponta levantamento do ISA

Mesmo com a explosão da atividade ilegal no território, Operação Mundurukânia, da Polícia Federal, foi encerrada e invasores voltaram a operar livremente

Tainá Aragão, ISA

Levantamento do Instituto Socioambiental (ISA) mostrou que, desde janeiro de 2019, houve um aumento de 363% de área degradada pelo garimpo na Terra Indígena (TI) Munduruku, no sudoeste do Pará.

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