“Naturalizar a violência significa condenar a vida humana à perene violência. Se aderimos a esta tese, a violência se tornaria um médio necessário para fins desejáveis. A violência naturalizada se apresenta como inevitável em todas as relações humanas. A naturalização da violência faz que o outro seja violento por natureza, homo homine lupus. Ainda que essa violência se disfarce e dilua parcialmente nos conceitos de egoísmo racional ou de interesse próprio, estes dispositivos modernos nada mais são do que formas civilizadas de violência natural contida”, escreve o Prof. Dr. Castor Mari Martín Bartolomé Ruiz. E acrescenta: Continue lendo “A violência, o poder e o Outro: crítica ética da violência biopolítica. Por Castor Mari Martín Bartolomé Ruiz”










