“É urgente uma escala de trabalho em que possamos viver e não sobreviver”, diz a pesquisadora do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH) da Fiocruz
Por: Letícia Fagundes e Patricia Fachin, em IHU
No dia a dia, não são poucas as queixas dos trabalhadores em relação às rotinas extenuantes de trabalho. De outro lado, empregadores alegam que as novas gerações não querem mais trabalhar. As reclamações cotidianas, contudo, revelam uma situação mais complexa: “houve uma degradação nas condições de trabalho nos últimos anos”, diz Mônica Olivar ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU. “O que percebemos foi uma perda de sentido do trabalho. Hoje, o trabalho é muito voltado para algo burocratizado, organizado através de algoritmos, metas numéricas, objetivos quantitativos, coisas que não fazem muito sentido para os trabalhadores”, pontua na entrevista a seguir, concedida por e-mail. Continue lendo “Degradação nas condições trabalhistas e a perda de sentido do trabalho. Entrevista especial com Mônica Olivar”










