Hipermedicalização, aumento de transtornos psiquiátricos, avanço do conservadorismo. Como a RAPS pode responder às novas crises? Como fortalecê-la nesse processo? Por que o cuidado em liberdade continua sendo a resposta necessária?
Por Guilherme Arruda, em Outra Saúde
As bases estão firmadas para que o Brasil supere o modelo manicomial de assistência em saúde mental, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Rede de Atenção Psicossocial (Raps) está estruturada e permite que as pessoas com transtornos psíquicos sejam tratadas em liberdade – o que poderia enterrar o sistema baseado no isolamento, que negligencia direitos humanos e dificulta a reinserção social. Mas, para que isso se concretize, será necessário um ritmo muito mais robusto de “investimento para ampliação dos serviços substitutivos, como os Centros de Assistência Psicossocial (CAPS), e contratação e qualificação dos recursos humanos” que vão operá-los. Continue lendo “A Saúde Mental no SUS encara novos desafios”










