Documentário feito pelo MAB denuncia 1 ano de impunidade do crime de Mariana

“Testemunhamos a enorme angústia, inimaginável tristeza de quem perdeu familiares e amigos, suas referências culturais, sua casa, seu meio de subsistência”

Da Página do MST*

1 ano após o crime da Samarco (Vale/BHP Billiton), que matou o Rio Doce, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) refez o caminho inverso da lama. A marcha que percorreu mais de 700 km se iniciou na Vila de Regência (ES), na manhã da segunda-feira (31) de outubro, local onde a lama encontrou o mar. Continue lendo “Documentário feito pelo MAB denuncia 1 ano de impunidade do crime de Mariana”

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Una Comisión de la Verdad debe investigar contaminación petrolera

La propuesta indígena para que una Comisión de la Verdad esclarezca los derrames petroleros y proponga las reparaciones debe ser atendida para combatir la impunidad de los delitos ambientales. Así lo argumentan jurídicamente dos abogados constitucionalistas del Instituto de Defensa Legal (IDL) en el siguiente articulo

Comisión de la Verdad que investigue contaminación petrolera contra PPII

Por Juan Carlos Ruiz Molleda y Álvaro Másquez Salvador*

Uno de los punto de agenda, aprobada en el dialogo entre el Estado y las organizaciones indígenas en Saramurillo –en el distrito de Urarinas, provincia de Nauta y región de Loreto– es la creación de una Comisión de la Verdad que investigue los actos de contaminación como consecuencia de la irresponsable explotación de petróleo en la zona. A la fecha, esta ha causado un grave daño a la vida y la subsistencia de los pueblos indígenas y, en particular, sobre sus territorios ancestrales. Continue lendo “Una Comisión de la Verdad debe investigar contaminación petrolera”

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População pede Saúde, mas Temer ignora e quer remédio que matará o paciente, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

A situação da Saúde é o principal problema do país para 33% da população, de acordo com pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (11). A corrupção, que havia assumido o primeiro lugar em junho de 2015, está na segunda posição com 16%. Continue lendo “População pede Saúde, mas Temer ignora e quer remédio que matará o paciente, por Leonardo Sakamoto”

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Parada LGBT do Rio defende aprovação de lei de identidade de gênero

Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Dezenas de milhares de manifestantes ocuparam a orla da Praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, na tarde deste domingo (11), durante da 21ª Parada do Orgulho LGBT Rio, que procurou chamar a atenção para a necessidade do respeito à diversidade de gênero. O número oficial de participantes não foi divulgado. Continue lendo “Parada LGBT do Rio defende aprovação de lei de identidade de gênero”

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Governo quer alterar por decreto demarcação de terras indígenas e rever já homologadas

Por Rubens Valente, na Folha

O Ministério da Justiça tem pronto um decreto que, se colocado em prática, representará a mais completa mudança no sistema de demarcação de terras indígenas no país desde, pelo menos, a Constituição de 1988.

O texto coloca em xeque terras já demarcadas e reconhecidas por governos anteriores, ao permitir que sejam contestadas por “interessados”. Continue lendo “Governo quer alterar por decreto demarcação de terras indígenas e rever já homologadas”

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Manifesto dos movimentos do campo contra a Reforma da Previdência

“O Governo Temer encaminhou ao Congresso Nacional a sua proposta de Lei para a Reforma da Previdência Social no Brasil.

As principais mudanças que atingem todos os trabalhadores/as são o aumento da idade mínima para aposentadoria aos 65 anos de idade para homens e mulheres e tempo de serviço para 49 anos de trabalho para ter direito a aposentadoria integral. Continue lendo “Manifesto dos movimentos do campo contra a Reforma da Previdência”

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O ano em que vivemos em perigo

Por Maíra Zapater, no Justificando

O título desta coluna faz referência a um classicão meio esquecido do início da década de 1980: o filme “O ano em que vivemos em perigo” (Peter Weir, 1982) se passa na Indonésia, em 1965. Mel Gibson interpreta um repórter australiano em missão internacional em Jacarta para cobrir a agitação política no contexto do golpe de Estado dado por Hadji Mohamed Suharto, e, de quebra, fazer par romântico com a personagem da Sigourney Weaver, que interpreta uma assessora da embaixada britânica (nada mais 80’s!). Continue lendo “O ano em que vivemos em perigo”

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Mulheres no poder, por Kenarik Boujikian

Este artigo faz parte da iniciativa “16 dias de ativismo” do Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (CLADEM Brasil).

No Justificando

Ao escrever este artigo, a convite do Cladem, para a Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a primeira pessoa que veio à mente foi a presidenta Dilma Roussef, única mulher na história brasileira a assumir a presidência da república e do qual foi apinhada, através de um golpe, que também subtraiu o voto dos brasileiros, a democracia e que, a cada dia, retira nossos direitos, inclusive das mulheres. Continue lendo “Mulheres no poder, por Kenarik Boujikian”

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Violência contra as mulheres ciganas: um racismo esquecido

Este artigo faz parte da iniciativa “16 dias de ativismo” do Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (CLADEM Brasil).

Por Priscila Paz Godoy, no Justificando

Falar sobre violência contra as mulheres ciganas é, sobretudo, falar sobre o racismo, mas um racismo esquecido e negligenciado, que emana das relações de poder e das práticas coloniais. Os dados são exíguos e quase inexistem pesquisas sobre o assunto. Continue lendo “Violência contra as mulheres ciganas: um racismo esquecido”

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Mulheres invisíveis, trabalho precário

Este artigo faz parte da iniciativa “16 dias de ativismo” do Comitê Latino Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos das Mulheres (CLADEM Brasil). 

Por Isadora Brandão, no Justificando

Um relatório publicado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) em janeiro de 2013, que conta com informações coletadas em 117 países, estimou em 7,2 milhões o número de trabalhadoras domésticas no Brasil, sendo esse o maior contingente de empregadas domésticas do mundo. Mais da metade dessas trabalhadoras não tem assegurado o limite da jornada de trabalho e cerca de 45% não tem direito a descanso semanal remunerado. Pouco mais da metade de todas as trabalhadoras recebe o salário mínimo equivalente ao das demais categorias.[i] Continue lendo “Mulheres invisíveis, trabalho precário”

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