Professora da USP, Erminia Maricato defende relação entre segregação socioespacial e reprodução do Aedes aegypti.
Do Saúde Popular, no Brasil de Fato
Em meio à grave situação envolvendo a disseminação do Zika vírus, transmitido pelo Aedes aegypti, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) emitiu nota técnica recomendando a suspensão do uso de produtos químicos no combate ao mosquito.
O argumento do documento se baseia na preocupação e precaução em torno dos impactos de tais produtos sobre a saúde. Para a Abrasco, métodos físicos seriam mais seguros, mas, para além deles, ações estruturais de longo prazo deveriam ser pensadas, como a resolução das questões relacionadas à habitação e saneamento, com vistas ao que a entidade chama de “cidades sustentáveis”. Continue lendo “Zika: “Há uma ocorrência epidêmica muito maior nas áreas de menor renda”, afirma urbanista”








