Governos e empresas têm demonstrado preocupação com as mudanças climáticas e vêm decidindo quais os mecanismos que consideram mais adequados para evitar que o aquecimento global aumente até 2ºC daqui até o ano 2100. A COP 21, que aconteceu em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro, tratou exatamente sobre isso.
O discurso utilizado é do desenvolvimento limpo, utilizando projetos de geração de energia limpa, como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Mas a lógica é a mesma do crescimento econômico exponencial. Existem posições contrárias a estes projetos principalmente nas geografias em que são implantados. As denúncias dizem respeito principalmente a expulsão de indígenas e campesinos de seus territórios ancestrais, assim como a afetação dos ecossistemas locais. Continue lendo “O lado obscuro da energia limpa no México”










