Carta de Repúdio à autorização para construção do porto na comunidade Cajueiro, MA

Mais de uma centena de movimentos sociais, populares, culturais, estudantis, sindicais, povos e comunidades tradicionais, uniões de moradores, grupos de pesquisas, coletivos, organizações religiosas, mandatos parlamentares, entre outros, de todas as partes do Brasil, DENUNCIAM E REPUDIAM as manobras da corporação WTorre, em conluio com políticos e autoridades locais e nacionais, para fazer a comunidade do Cajueiro, em São Luís do Maranhão, ser VARRIDA DO MAPA, e se APROPRIAR do seu território, onde pretende construir um grande porto.

A Carta de Repúdio a seguir, assinada por esse conjunto de agentes (e que deve receber outras adesões), deixa claro que o Cajueiro não está só, que esta batalha não está perdida pelo povo, e que os cúmplices dessa tentativa de assassinato de mais uma comunidade no Maranhão não prosperarão em seus intentos, sejam eles quem forem. A resistência está articulada! Continue lendo “Carta de Repúdio à autorização para construção do porto na comunidade Cajueiro, MA”

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Nem um minuto de silêncio, mas toda uma vida de lutas. Nota do MAB sobre Nicinha

Nota de esclarecimento do Movimento dos Atingidos por Barragens sobre o caso de desaparecimento da companheira Nilce de Souza Magalhães, a “Nicinha”, liderança do MAB em Rondônia

Até o momento, as investigações que vêm sendo conduzidas pela Polícia Civil não têm sido claras, apresentando inúmeras lacunas legais na realização do inquérito. Fato agravado pelas manifestações equivocadas expressas amplamente na mídia, que acabam por debilitar a família. Esperamos que os fatos sejam devidamente esclarecidos, e que o até então desaparecimento de Nicinha seja esclarecido, e seja apurado, respeitando o devido andamento jurídico. Continue lendo “Nem um minuto de silêncio, mas toda uma vida de lutas. Nota do MAB sobre Nicinha”

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Sem Terra ocupam latifúndio em Goiás

A fazenda Sibéria está a 200 km de Goiânia, contém aproximadamente dois mil hectares e é um espolio com dividas, abandonada pelos pretensos donos e utilizada com plantio de cana-de-açúcar

Da Página do MST 

Na madrugada do último domingo (17), cerca de 1500 Sem Terra derrubaram as cercas de mais um latifúndio em, Rianápolis, Goiás. Continue lendo “Sem Terra ocupam latifúndio em Goiás”

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A morte brutal de um índio em Belo Horizonte

Um homem desfere dezenas de chutes na cabeça de um indígena que dormia na rua

Maria Martin – El País

Um índio morreu na última sexta-feira num hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais, após ser espancado enquanto dormia em plena rua do centro da cidade.A vítima morreu sem etnia, sem nome e sem idade, pois outro morador de rua roubou sua sacola – e único pertence – enquanto ela agonizava. Três dias depois da sua morte, o falecido, assim como seu algoz, continua sem identidade. A Polícia Militar de Minas Gerais suspeita que pode se tratar de um crime de ódio e racismo. Continue lendo “A morte brutal de um índio em Belo Horizonte”

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Concentração de riqueza: Ter prazer com a fortuna alheia é doença comum, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

O patrimônio somado de 62 bilionários é equivalente à riqueza conjunta dos 3,6 bilhões mais pobres do planeta, de acordo com estudo da Oxfam apresentado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Em 2010, eram 388 bilionários possuindo o mesmo que a metade mais pobre do mundo. A concentração foi aumentando ao longo dos anos até agora.

Antes de mais nada, vale desenhar porque muita gente tem a cognição afetada quando o assunto é riqueza. O problema não é ter dindim, mas a desigualdade de justiça e de oportunidades ser tão gritante que dói. O que desconcerta é uma sociedade que acha normal um ter condições para desfrutar de um apê de 4 mil metros quadrados enquanto o outro apanha da polícia para manter seu barraco em uma ocupação de terreno, seja em Itaquera, Grajaú, Osasco, Pinheirinho, Eldorados dos Carajás, onde for. Continue lendo “Concentração de riqueza: Ter prazer com a fortuna alheia é doença comum, por Leonardo Sakamoto”

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Tarifa não é dinheiro, é tempo, por Eliane Brum

É por recusar a brutalização da vida que manifestantes se tornam uma ameaça perigosa e são violentamente reprimidos

Eliane Brum  – El País

Tempo não é dinheiro. E tarifa é tempo, não dinheiro. São sobre tempo, portanto, e não sobre dinheiro, os protestos contra o aumento das passagens do transporte público em 2016, como foram os de 2013. Se não for resgatada a potência do que está em jogo nas ruas de São Paulo e de outras cidades do Brasil, tudo se repetirá como farsa. E a Polícia Militar brutalizará os corpos já brutalizados pela tarifa e, principalmente, pela vida monetarizada. A vida reduzida à lógica do capital. Continue lendo “Tarifa não é dinheiro, é tempo, por Eliane Brum”

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As veias abertas da Faculdade de Medicina da USP, por Luiza Sansão [ótima!]

Grupos de alunos veteranos da Medicina da USP, pertencentes a duas antigas organizações — a fraternidade Show Medicina e a Associação Atlética — reproduzem e perpetuam trotes humilhantes e violentos — machistas, homofóbicos, racistas — aplicados em calouras e calouros. De 2013 em diante, as denúncias cresceram e deixam patente a omissão da direção da faculdade e da Reitoria

Na Adusp/Ponte

Terminou em 14 de março de 2015 o trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que, instaurada pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) em dezembro de 2014, apurou violações de direitos humanos ocorridas no âmbito das universidades paulistas, em especial trotes violentos e crimes sexuais. Antes de ganharem espaço na mídia, com a série de reportagens de Igor Ojeda e Tatiana Merlino na Ponte Jornalismo, os diversos casos de violência praticados em ambientes universitários eram ainda ignorados por grande parte da sociedade, que se chocou ao tomar nota dos casos denunciados na CPI por alunos de diferentes universidades do Estado. Não por falta, contudo, de precedentes gravíssimos. Continue lendo “As veias abertas da Faculdade de Medicina da USP, por Luiza Sansão [ótima!]”

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Favelas nas Notícias: Resumo de Dezembro 2015

RioOnWatch

O último mês de 2015 foi o momento de fazer um balanço do estado das coisas no Rio de Janeiro e no Brasil antes de 2016, o ano Olímpico, começar. Com os relatórios de violações de direitos humanos e análises da cobertura da mídia internacional, juntamente com a cobertura de questões fundamentais como a Vila Autódromo e a violência contínua contra moradores negros das favelas, estamos prontos para entrar no ano mais crítico de todos para amplificar a voz de moradores das favelas. Para ajudar nossos leitores a ter conhecimento das maiores notícias e temas do mês passado, fizemos um resumo das histórias que publicamos aqui na RioOnWatch junto com algumas outras leituras obrigatórias que saíram na mídia. Veja todos os nossos resumos mensais aqui. Continue lendo “Favelas nas Notícias: Resumo de Dezembro 2015”

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Tratados vulneran el sistema internacional de los derechos humanos

Servindi – Las autoridades encargadas de negociar los nuevos tratados internacionales como el TPP, el TTIP, el TISA o el CETA no solo ignoran el sistema internacional de los derechos humanos sino que están profundizando la fragmentación del Derecho Internacional.

Así lo sostuvo Juan Hernández Zubizarreta, profesor de la Universidad del País Vasco e investigador del Observatorio de Multinacionales en América Latina en un exhausto alegato publicado por la Agencia Latinoamericana de Información ALAI. Continue lendo “Tratados vulneran el sistema internacional de los derechos humanos”

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Ser indígena en tiempos neoliberales. Entrevistas a Mardonio Carballo y Francisco López Bárcenas

Por Eliana Gilet – Desinformémonos / Servindi

¿Qué es ser indígena en México? ¿Quiénes lo son y quiénes pretenden decidirlo? ¿Cuándo la reivindicación de la identidad indígena sirve para la defensa jurídica del territorio? Mardonio Carballo, escritor, actor y poeta náhuatl, y el abogado mixteco Francisco López Bárcenas, reflexionan sobre algunos aspectos culturales y jurídicos de la identidad de más de 60 pueblos, naciones y tribus indígenas en México, quienes protagonizan una lucha cotidiana frente a diversos megaproyectos que se pretenden imponerse sobre sus tierras.

La auto-adscripción y el amor a la tierra pesan más que la lengua. Los símbolos y la fiesta brindan el hilo que permite llegar al origen. ¿Qué hace que un pueblo sea indígena?, fue la pregunta que se le trasladó al multifacético artista Mardonio Carballo, de la que resultó esta entrevista. Continue lendo “Ser indígena en tiempos neoliberales. Entrevistas a Mardonio Carballo y Francisco López Bárcenas”

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