Por João Vitor Cardoso e Konstantin Gerber, em Justificando
Para autores como Foucault e Zaffaroni, a Justiça, no fundo, serve para fazer a polícia funcionar. Segundo este pensamento, a Justiça só representaria as formas de assujeitamento, isto é, de submissão da subjetividade ao que prevalece. É claro que isto não pode ser generalizado.
O direito tem relação com o poder. Porém, reduzi-lo às relações de poder tem como consequência, como bem pondera Willis Guerra, “a politização absoluta – tendencialmente absolutista, autoritária, quando não, totalitária [1]”. Continue lendo “Junho de 2013, o “Caso Moro” e a espiral fascista: onde os pontos se tocam”








