“Nossos líderes não são mortos, mas plantados, e nós somos os frutos, continuando a luta”, afirmou uma das lideranças indígenas presente no “Encontro de Articulação das Pastorais e Povos do Campo”, realizado na semana passada no Centro de Formação Vicente Cañas, em Luziânia. GO.
Por Egon Heck, na
Vários depoimentos de outras lideranças expressaram os mesmos sentimentos. “Estamos rodeados de jagunços… vivemos ameaçados… a qualquer momento podemos ser mortos”.
Num momento de profunda crise e incertezas, foi muito importante refletir e traçar estratégias de luta para evitar retrocessos nos direitos das comunidades e povos tradicionais, como os povos indígenas, quilombolas, pescadores, migrantes, dentre outros. Continue lendo “Povos e Comunidades tradicionais: violências, temores e caminhos”








