Detesto sentir vergonha alheia.
Aquela vontade de cobrir o rosto e se esconder ao ver outro ser humano se afundando copiosamente e alegremente na lama e, impotente, não poder fazer nada para poder ajudá-lo.
Dar um toque talvez? O problema é que consciência é algo que pode até ser fomentado com informação, mas se desenvolve só, via reflexão pessoal.
Prefiro eu mesmo passar uma vergonha do que sentir vergonha alheia por conta do que esse sentimento patético em loop provoca. Continue lendo ““Por favor, me dá um beijo”: Formas de sentir vergonha alheia no Carnaval, por Leonardo Sakamoto”









