O Supremo Tribunal Federal decidiu que basta uma condenação em segunda instância para que um réu cumpra pena, mesmo que ainda caibam recursos aos tribunais superiores. Tem tanta gente boa debatendo a questão para um lado e para o outro que gostaria de aproveitar o momento para outras provocações.
Primeiro: colega jornalista, bora parar de chamar advogados, magistrados, promotores de “doutor” e “doutora” em entrevista? Um “senhor” e “senhora” já é bastante respeitoso para quem não defendeu tese de doutorado quando não couber o “você”. Não estamos mais na República dos Bacharéis – eu acho. Continue lendo “A Justiça e a barreira higiênica entre ricos e pobres no Brasil, por Leonardo Sakamoto”







