“Troncos Velhos”: documentário cearense celebra saberes indígenas e vence prêmio internacional de cinema

Eliezio Jeffry, Governo do Estado do Ceará

Produzido pelo Governo do Estado, o documentário “Troncos Velhos – Uma celebração à sabedoria ancestral dos povos indígenas do Ceará” foi premiado como o Melhor Curta-Metragem Documentário pelo GRU International Film Awards, festival de cinema independente que visa celebrar a excelência e a inovação audiovisual em escala global. A cerimônia de premiação ocorreu em Guarulhos, em São Paulo, no mês de dezembro. Continue lendo ““Troncos Velhos”: documentário cearense celebra saberes indígenas e vence prêmio internacional de cinema”

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quilombo

TJMS define ações para priorizar atenção às comunidades quilombolas

Agilidade em processos e capacitação de juízes e servidores para a temática racial estão entre as medidas

Por Maristela Brunetto, Campo Grande News

O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) criou uma política especial para acompanhar demandas judiciais envolvendo comunidades quilombolas e criou uma comissão especial para defender políticas para esse público. Portaria publicada nesta quarta-feira menciona que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) já previu a atenção especial para acesso desse público ao sistema de justiça. Continue lendo “TJMS define ações para priorizar atenção às comunidades quilombolas”

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Liberdade religiosa para quem? Por Luzi Borges

No MIR

Em 7 de janeiro de 1890 foi promulgado o decreto que garantiu oficialmente a liberdade de crença e de culto. A partir desse marco, nenhuma religião poderia ser imposta ou privilegiada legalmente. A colonialidade do poder, do saber e o legado de violação de direitos, no entanto, segue realidade.  Continue lendo “Liberdade religiosa para quem? Por Luzi Borges”

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Famílias quilombolas em Lauro de Freitas (BA) são reconhecidas pelo Incra

No Incra

Um total de 146 famílias da comunidade quilombola Quingoma, localizada no município de Lauro de Freitas, na Bahia, será incluído no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA). Cadastradas pelo Incra, elas passam a ter acesso às mesmas políticas públicas destinadas aos assentados, como créditos e ações de infraestrutura. Continue lendo “Famílias quilombolas em Lauro de Freitas (BA) são reconhecidas pelo Incra”

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Venezuela difere de outras invasões dos EUA por quebrar ordem liberal, dizem especialistas

Trump supera outras ações militares norte-americanas no desrespeito ostensivo às regras estabelecidas no cenário mundial

Por Leandro Aguiar | Edição: Ludmila Pizarro, em Agência Pública

O enredo não é novo: sob o pretexto de que é preciso salvar a população de uma ditadura e da espoliação econômica que ela promove, os Estados Unidos da América bombardeiam países, derrubam o governante da vez e passam a gerir o estado, sempre sob a promessa de redemocratização. Desde o fim da Guerra Fria, foi assim no Panamá (1989), Afeganistão (2001), Iraque (2003), Haiti (2004), Líbia (2011) e, agora, na Venezuela. Continue lendo “Venezuela difere de outras invasões dos EUA por quebrar ordem liberal, dizem especialistas”

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Ruralistas usam atos da Funai sob Bolsonaro para manter invasores de terra indígena em RO

Pareceres de 2020 e 2021 da Funai são usados por políticos e advogados ruralistas para contestar limites da TI Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia; segundo órgão indigenista, no entanto, documentos não têm poder legal para alterar os limites da área demarcada

por Daniel Camargos, em Repórter Brasil

A RETIRADA de ocupantes irregulares da TI (Terra Indígena) Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), perdeu força e virou um cabo de guerra político, após o ex-ministro da corte Luís Roberto Barroso enviar o caso para mediação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). O motivo é a situação do PAD (Projeto de Assentamento Dirigido) Burareiro, parcialmente sobreposto ao território indígena. Continue lendo “Ruralistas usam atos da Funai sob Bolsonaro para manter invasores de terra indígena em RO”

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A Venezuela é apenas o começo da nova ordem mundial de Trump. Por Owen Jones

“Uma nova ordem mundial está emergindo. Uma nova ordem na qual potências cada vez mais autoritárias usam a força bruta para subjugar seus vizinhos e roubar seus recursos”.

por Owen Jones, do The Guardian, em El Diario / IHU

Enquanto o horizonte da Venezuela se iluminava sob os bombardeios americanos, testemunhávamos os sintomas de um império em declínio. Pode parecer contraditório. Afinal, os Estados Unidos sequestraram um líder estrangeiro e Donald Trump anunciou que irá “governar” a Venezuela. É verdade que, à primeira vista, parece mais um frenesi de poder do que um império em declínio: à primeira vista, vemos uma superpotência eufórica com sua própria força. Continue lendo “A Venezuela é apenas o começo da nova ordem mundial de Trump. Por Owen Jones”

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Ailton Krenak, sobre marco temporal: ‘nunca engoliram as nossas conquistas na Constituinte’

Nesta entrevista exclusiva, o filósofo reflete sobre a passagem do tempo, os ataques à Constituição Federal, a troca de nomes no Ministério dos Povos Indígenas e a tensão política eleitoral de 2026

Por Jullie Pereira, em InfoAmazonia

Ailton Krenak não está planejando o ano de 2026. Filósofo, escritor e primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL), ele diz que aprendeu a dizer “não sei” depois dos anos de pandemia. “Será que alguém que vive em outros calendários, outras cosmovisões, fica preocupado com a mudança de ano?”, se questiona. Continue lendo “Ailton Krenak, sobre marco temporal: ‘nunca engoliram as nossas conquistas na Constituinte’”

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Assim se naturaliza o sequestro de um presidente. Por Ricardo Queiroz Pinheiro

Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico

Por Ricardo Queiroz Pinheiro*, em Outras Palavras

É sempre a mesma história. Quando veio à tona o sequestro de Maduro — uma operação que envolve a invasão de um país e a retirada forçada de um presidente eleito — grande parte do comentário político entrou em modo automático. Demora umas horas, um ajuste aqui, outro, mas a homogeneidade chega. Em programas da Globo News, UOL, CNN etc, e nesse circuito ampliado de análise e opinião, o enquadramento aparece rápido: um governo incompetente, um Exército dividido, uma estrutura frágil que teria facilitado a ação estadunidense. O gesto em si, grave, criminoso, perdeu centralidade. O foco deslocou-se para a suposta incapacidade do alvo e pela excelência do invasor. Continue lendo “Assim se naturaliza o sequestro de um presidente. Por Ricardo Queiroz Pinheiro”

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A Venezuela sob ataque e o chavismo na encruzilhada. Por Rômulo Paes de Sousa

Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz

Por Rômulo Paes de Sousa*, em Outras Palavras

Após semanas de agressões militares pontuais na costa venezuelana, na madrugada de 3 de janeiro de 2026 cerca de 150 aeronaves norte-americanas bombardearam alvos militares em Caracas e Higuerote, culminando no sequestro do presidente do país e de sua esposa. A ação, rápida e devastadora, deixou o mundo perplexo. Embora os Estados Unidos possuam um longo histórico de intervenções na América do Sul — inclusive na própria Venezuela —, esta foi a primeira vez que utilizaram diretamente suas tropas em uma ação militar dessa natureza. Até então, sua atuação se dava sobretudo por meio do financiamento e do apoio a forças políticas direitistas locais. O episódio também sinaliza que o presidente Donald Trump abandonou definitivamente a diretriz proclamada em seu primeiro mandato, segundo a qual buscaria encerrar guerras, e não promovê-las. Continue lendo “A Venezuela sob ataque e o chavismo na encruzilhada. Por Rômulo Paes de Sousa”

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