O ataque ao Irã não busca conquistar, mas decapitar: mostrar força para esconder a fragilidade da hegemonia que se perde
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O ataque estadunidense-israelense ao Irã, com o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, seus familiares e dezenas de inocentes deve ser chamado pelo nome: ato terrorista. Nem o jornal New York Times, em editorial, vê justificativa crível para o ataque. Mas é preciso tentar entender o roteiro do imperial, sem declaração formal de guerra, autorização do Congresso ou da ONU. Há lógica no caos. Continue lendo “Ataque ao Irã. Por Gilberto Maringoni”










