O apresentador-bilionário “do povão” insurge-se contra o Bolsa Família. O presidente do BC, indicado por Lula, abraça os juros obscenos. O ministro da Fazenda alia-se à Meta. Retratos das forças que sabotam o Brasil: os oligopólios midiáticos, o financismo e as big techs
O bilionário Luciano Huck não consegue esconder a sua condição de classe social, integrante do bloco dos privilegiados. Apesar de ter conseguido alcançar o patamar do topo da elite brasileira, ele traçou este caminho graças a seus contatos diretos estabelecidos com integrantes da grande maioria da população por meio de programas televisivos. Vira e mexe, ele pratica seus exercícios de sincericídio, verbalizando sem nenhum tipo de autocensura aquilo que as classes dominantes de nosso país pensam a respeito das necessidades do povo e das funções que caberiam ao Estado a esse respeito. Por sua condição de elevada popularidade, graças a seus programas dominicais na maior rede de comunicações e de elevada audiência junto às camadas populares, seu nome sempre volta à baila quando se trata de buscar uma alternativa da chamada “terceira via” para a disputa presidencial. Assim foi em 2018 e 2022. Aguardemos as cenas das próximas pesquisas.
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