Uma professora aguarda o “farol verde” para conseguir aulas. A ironia: hoje, os “substitutos” são maioria na rede pública em SP. Se ficam doentes, perdem lugar na fila de lecionar. Retrato da educação que cobra resultados, mas lembra que o professor é descartável
Por Janethe Fontes*, em Outras Palavras
Depois de um pouco mais de duas décadas trabalhando na área financeira/securitária do setor privado e atuando, paralelamente, como ativista cultural da cidade onde moro, Guarulhos, decidi — acredito que a própria militância foi me levando a isso — me formar em História e Sociologia.
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