Levantamento anexado por associações do agronegócio do Mato Grosso no processo de julgamento do marco temporal no STF em 2025 não informa a autoria nem a metodologia aplicada, não passou por revisão científica e utiliza dados que não podem ser verificados externamente, apontam especialistas
Por Hélen Freitas, Repórter Brasil
Um estudo usado por entidades do agronegócio para reforçar os argumentos favoráveis à tese do marco temporal no julgamento sobre o tema pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2025, e que estima em cerca de R$ 170 milhões o impacto anual da demarcação de novas terras indígenas no Mato Grosso, apresenta falhas importantes que comprometem sua credibilidade, apontam especialistas ouvidos pela Repórter Brasil.
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