A entrada massiva no território brasileiro de indivíduos recém egressos de forças armadas ativamente engajadas em crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio precisa ser encarada como uma questão de soberania e defesa dos direitos humanos.
Neste texto, busco explicar o papel que a Polícia Federal poderia cumprir (e não cumpre) na área de inteligência e na investigação desses crimes. Ao final, apresento duas propostas concretas, que poderiam ser implementadas imediatamente, de forma que a resposta brasileira ao genocídio na Faixa de Gaza deixe de ser meramente performática e de fato incida sobre a impunidade sistêmica que permite que a brutalidade das ações de Israel siga se expandindo.
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