Sociólogo aponta como raça, gênero e xenofobia podem transformar pessoas em descartáveis no sistema prisional brasileiro.

Por Thiago Domenici | Edição: Ed Wanderley, Agência Pública
O caso de Tanaka Luanda Lawrence, a Lulu*, uma mulher guianesa presa por 12 anos no Brasil e que morreu a dois dias de ganhar liberdade, joga luz nas falhas de um sistema penitenciário que nega direitos fundamentais de forma sistemática, especialmente quando essas pessoas são mulheres, negras, pobres e estrangeiras.
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