Elusmar Maggi, que doou R$ 1 milhão para o Internacional escalar o jogador contra o Flamengo, em partida decisiva do Brasileirão, é sócio do Grupo Bom Futuro, gigante do agronegócio em Mato Grosso; irmão e sócio é suspeito de financiar caixa 2
Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas
O sojeiro Elusmar Maggi Scheffer, que ganhou as manchetes nos últimos dias após doar R$ 1 milhão para o Internacional escalar o lateral-direito Rodinei contra o Flamengo, acumula dívidas e processos judiciais, inclusive por desmatamento e trabalho escravo. Apresentado pela imprensa comercial como um mecenas torcedor do clube, ele é sócio-proprietário, ao lado dos irmãos Eraí e Fernando Maggi Scheffer, do Grupo Bom Futuro Agrícola, gigante do agronegócio no Mato Grosso e um dos maiores produtores de commodities do mundo.
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