“Os comentários críticos sobre a decisão da Câmara dos Deputados, em favor do sim à instalação do processo de impeachment da presidenta, neste domingo, têm sido pautados por três conjeturas, indicativas da saúde – ou da doença – da nossa democracia, das virtudes cívicas de nossas/es parlamentares e, principalmente, do respeito devido aos direitos de quem as/os elegeu”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos
A primeira é comum, tanto à posição vencedora quanto à vencida: uma e outra afirmam que a história futura do país julgará do acerto ou do erro da decisão tomada pela Câmara dos deputados. Quem votou pelo impedimento manifesta certeza da sua conveniência e oportunidade, e quem votou pela rejeição do processo garante que a nação vai se arrepender. Continue lendo “Os direitos sociais depois de 17 de abril, por Jacques Távora Alfonsin”










