Nota do movimento Xingu Vivo e do movimento Munduruku Ipereg Ayu sobre o massacre de Caarapo

Em Movimento Xingu Vivo Para Sempre

O movimento Xingu Vivo para Sempre e o Movimento Munduruku Ipereg Ayu, movimentos que lutam contra a destruição dos povos, da floresta e dos rios da Amazônia, vêm através desta nota repudiar veementemente a covarde ação paramilitar realizada ontem, 14/06, no Mato Grosso do Sul, por fazendeiros representantes do agronegócio, contra o povo guarani- kaiowá.

Dezenas de veículos tipo pick-up, lotados de homens fortemente armados, invadiram o tekohá Tey Jusu, na região de Caarapó, atirando contra as famílias indígenas e assassinando Clodiode Aquileu Rodrigues de Sousa Guarani-kaiowá, 26 anos, agente de saúde e liderança indígena, além de ferirem a tiros ao menos seis pessoas, inclusive uma criança de doze anos, baleada no abdômen. Continue lendo “Nota do movimento Xingu Vivo e do movimento Munduruku Ipereg Ayu sobre o massacre de Caarapo”

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Relatora da ONU é informada sobre massacre de indígenas no MS

Por Plataforma Dhesca Brasil

A Relatora de Direitos Humanos e Povos Indígenas da Plataforma Dhesca, Erika Yamada, enviou ainda no dia de ontem (14) um comunicado à Relatora Especial da ONU sobre Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, denunciado o massacre contra uma comunidade Guarani-Kaiowá no Mato Grosso do Sul. O ataque, promovido por pistoleiros a mando de fazendeiros da região, resultou em muitas pessoas indígenas feridas, incluindo crianças, e na morte de Clodiodi de Souza Guarani-Kaiowá.

No documento, Erika Yamada pede à Relatora da ONU que solicite informações dos governos Federal e Estadual do Mato Grosso do Sul sobre as medidas tomadas para punir os responsáveis pelos crimes e prevenir que novas ações como esta aconteçam. Continue lendo “Relatora da ONU é informada sobre massacre de indígenas no MS”

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“Atos de violência mostram o grande desafio na garantia dos nossos direitos territoriais no País”, disse Joênia Wapichana na Conferência Oslo Conference Redd Exchange 2016

Por CIR*

Na plenária final da Conferência “Oslo REDD Exchange”, Joenia Wapichana, coordenadora do Departamento Jurídico do Conselho Indígena de Roraima (CIR), fez sua intervenção sobre o foco da discussão, acordo de Paris, mas também quanto o massacre cometido contra os povos indígenas Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul.

Com a fala sobre o tema “Direitos dos Povos Indígenas em REDD+, contribuição como mulheres indígenas e perspectivas sobre o Acordo de Paris e politicas no Brasil”, Joenia Wapichana, iniciou sua intervenção prestando solidariedade às lideranças indígenas, mulheres, que foram assassinadas no auge da luta pela defesa dos direitos indígenas, entre as lideranças, a mulher indígena Berta Cáceres, assassinada no dia 3 de março desse ano e ontem (14), Clodiodi Kaoiwá. “Hoje é um dia de solidariedade ao assassinato de Berta Cáceres e também gostaria de me solidarizar com a família do indígena Guarani Kaiowá, Clodiodi Aquileu, assassinado por pistoleiros no Mato Grosso do Sul, Brasil.” Continue lendo ““Atos de violência mostram o grande desafio na garantia dos nossos direitos territoriais no País”, disse Joênia Wapichana na Conferência Oslo Conference Redd Exchange 2016”

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Comissão aprova prisão para crimes de racismo e discriminação pela internet

Da Agência Senado

Pena de prisão para quem cometer crimes de racismo e discriminação pela internet, inclusive para aqueles que repassarem as ofensas adiante. É o que prevê o PLS 80/2016, do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quarta-feira (15). A proposta, que atualiza a lei de racismo no Brasil, também dá ao juiz a possibilidade de interditar mensagens ou páginas de acesso público.

Sendo assim, quem for acusado de preconceito por raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade cometido por meio da internet, ou de qualquer outra rede de computadores destinada ao acesso público, poderá ser condenado a pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Continue lendo “Comissão aprova prisão para crimes de racismo e discriminação pela internet”

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Vídeo-denúncia: areal na Terra Indígena Tupinambá de Olivença

Por Daniela Alarcon/Campanha Tupinambá

Acaba de entrar no ar um vídeo-denúncia (com duração de 4’34) sobre os impactos socioambientais da exploração de areia no interior da Terra Indígena Tupinambá de Olivença. O vídeo, que conta com imagens produzidas por Atiati Tupinambá e apoiadores, apresenta depoimentos de indígenas impactados e imagens aéreas que permitem identificar a extensão da atividade predatória. É fundamental que pressionemos pelo fechamento dos areais que se multiplicam no território tupinambá! Continue lendo “Vídeo-denúncia: areal na Terra Indígena Tupinambá de Olivença”

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CIR repudia massacre contra povos indígenas Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul

Até quando esse massacre contra nós povos indígenas do Brasil, contra os povos indígenas de Mato Grosso do Sul?

CIR

O Conselho Indígena de Roraima (CIR), diante do massacre cometido contra os povos indígenas Guarani e Kaiowá, da Terra Indígena Dourados – Amambai Peguá, município de Caarapó do estado de Mato Grosso do Sul, ocorrido nesta terça-feira, 14, tirando a vida de mais uma liderança indígena, Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, 26 anos, e deixando outros seis gravemente feridos, entre eles, uma criança, veemente repudia o massacre e ao mesmo tempo, manifesta ao Estado e a sociedade brasileira um questionamento. Até quando esse massacre contra nós povos indígenas do Brasil, contra os povos indígenas de Mato Grosso do Sul?

De longe acompanhamos tamanho massacre, violência e ameaça cometido contra nossos parentes indígenas de Mato Grosso do Sul, mas podemos sentir na pele a dor da violência, da morte, a agonia da perseguição, sobretudo, da falta de sensibilidade e respeito humano que nos afetam cotidianamente.   Continue lendo “CIR repudia massacre contra povos indígenas Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul”

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Em defesa de Apyka’i! Não ao despejo!

Por Tribunal Popular da Terra MS

O eminente despejo de nove famílias Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul mobiliza dezenas de organizações. Em apoio à permanência de Dona Damiana e seus familiares no Apyka’i, diversas pessoas acamparam às margens da BR 463, em frente à comunidade. O grupo afirma que a vigília só terminará quando o despejo for suspenso.

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O quilombo que parou um porto

Pequeno grupo de comunidades tradicionais do Pará conseguiu suspender licenciamento até que moradores locais sejam escutados sobre impactos da obra

Piero Locatelli, de Santarém (PA) – Repórter Brasil

Mais de quatrocentas famílias quilombolas eram invisíveis para os produtores de soja que pretendem construir um porto nas margens do Rio Amazonas, no trecho em que suas águas banham o estado do Pará. Os estudos ambientais do Porto do Maicá, em Santarém, afirmavam “não existir nenhum território quilombola na área diretamente afetada do empreendimento”. Mas, a menos de cinco quilômetros do local previsto para o porto, sete comunidades quilombolas dependem do rio para sobreviver. Continue lendo “O quilombo que parou um porto”

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Agricultores apontam que medidas adotadas por Temer afetam o que chega à mesa do brasileiro

Em seminário em Brasília, agricultores destacam que a extinção do MDA e a fragilização de programas de assistência técnica e crédito são medidas que afetam a agricultura que produz o alimento consumido no país

Por Lizely Borges
Da Página do MST

As ações do governo interino de Michel Temer geram impactos negativos na agricultura familiar, na vida de pequenos agricultores e na produção de alimentos, em especial os de base agroecológica. Esta é uma das questões destacadas no seminário nacional realizado entre os dias 03 a 07 de junho, em Brasília-DF, com participação de mais de 100 assentados pela Reforma Agrária e coordenadores de produção do MST de todos os estados do país e Distrito Federal. Continue lendo “Agricultores apontam que medidas adotadas por Temer afetam o que chega à mesa do brasileiro”

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Atentado nos EUA e casos de homofobia no Brasil são parte de onda conservadora religiosa mundial, diz brasilianista

Há um paralelo entre o mais letal atentado a tiros da história americana, que teve como alvo uma boate gay e deixou cerca de 50 mortos (entre eles o atirador), e os casos cotidianos de discriminação contra a população LGBT no Brasil: tudo faz parte do avanço de uma onda internacional conservadora movida por motivos religiosos, afirma o historiador e brasilianista James N. Green, professor de História do Brasil na Brown University, nos Estados Unidos.

A diferença é que, se nos Estados Unidos essa onda se alia também ao extremismo islâmico, no Brasil, Green associa o avanço homofóbico ao fortalecimento de grupos religiosos mais radicais, especialmente evangélicos. “É uma homofobia internacional, baseada nas religiões, com conceitos passados, controladores, que criam dentro das pessoas ansiedades, medos e ódios que levam a esse tipo de violência”, analisa. Continue lendo “Atentado nos EUA e casos de homofobia no Brasil são parte de onda conservadora religiosa mundial, diz brasilianista”

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