Colombia: Las organizaciones indígenas y la política en tiempos de guerra

Por Efraín Jaramillo Jaramillo* – Servindi

Hace un par de semanas recibí la propuesta de una revista española de escribir unas notas sobre los indígenas colombianos y el rol que desempeñaban sus organizaciones y sus dirigentes en la política colombiana en estos tiempos de incertidumbre, pues no se sabe como se decantaran los acuerdos de paz y como se afectarán a los territorios indígenas. Rechacé la oferta argumentando falta de tiempo y dando un par de nombres de analistas de la problemática étnica, que podrían hacer esto mejor que yo. Recibí como comentario que precisamente esas personas habían sugerido mi nombre para esta labor. Este halago era suficiente motivación para tratar de hacer una lectura de lo que sucede en política con las organizaciones indígenas. No obstante decliné el ofrecimiento dando la razón de mi dificultad para tratar el tema, pues mis opiniones causaban malestar en un liderazgo que se sentía afectado por mis comentarios críticos. Claro que las personas que propusieron mi nombre tampoco gozaban del afecto de los líderes indígenas. La revista contestó que corría el riesgo de acrecentar sus malquerientes. La historia no tuvo un buen final. Si bien me giraron los honorarios, el artículo no se publicó, entre otras cosas, porque el editor —un hombre inteligente— sugirió hacer cambios que yo no compartí. El artículo reposa en mi escritorio desde hace varias semanas y como no quiero que duerma el sueño de los justos, decidí ponerlo a circular entre los amigos; con el consentimiento de la revista, naturalmente. Continue lendo “Colombia: Las organizaciones indígenas y la política en tiempos de guerra”

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Complexo do Alemão não esqueceu menino Eduardo de Jesus, morto pela UPP no ano passado

Stephanie Reist – RioOnWatch

O dia 2 de abril marcou uma data importante no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. Este dia completa um ano desde que um policial da UPP atirou e matou Eduardo de Jesus Ferreira de 10 anos de idade. O incidente foi amplamente coberto pela mídia local, nacional e internacional, e passou a simbolizar a desconfiança que existe entre moradores de favela e a polícia, dado o seu uso excessivo de força e impunidade. O policial ainda tem de ser responsabilizado por suas ações e a mãe de Eduardo, Terezinha de Jesus, tem-se dedicado a encontrar a justiça para seu filho e outras vítimas de violência policial.

Em face da indiferença do Estado e do sistema de justiça penal, membros da comunidade decidiram homenagear Eduardo–em um evento chamado “Eduardo Presente!“–através da reapropriação do beco onde ele viveu e morreu. Ativistas usam frequentemente esta expressão para lembrar aqueles que perderam suas vidas devido a violência policial. Juntamente com a Anistia Internacional, o Coletivo Papo Reto, e outros pais que perderam filhos para violência policial, Terezinha de Jesus conduziu uma procissão de moradores e ativistas pelo bairro Areal no Complexo do Alemão antes de chegar ao beco renomeado: Beco Eduardo de Jesus Ferreira. Continue lendo “Complexo do Alemão não esqueceu menino Eduardo de Jesus, morto pela UPP no ano passado”

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Estudantes denunciam à OEA repressão da polícia de SP em manifestações de 2015

Da Agência Brasil*

Estudantes secundaristas da rede pública do estado de São Paulo denunciaram ontem (7) à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) a repressão policial nos protestos feitos pelos alunos contra a reorganização escolar no estado, no fim de 2015.

No documento entregue à CIDH, os estudantes acusam a Polícia Militar da prática de ameaças, intimidação verbal, agressões, uso abusivo de armamento menos letal e detenções arbitrárias. Continue lendo “Estudantes denunciam à OEA repressão da polícia de SP em manifestações de 2015”

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IV Encontro dos Povos e Comunidades Tradicionais do Rio Grande do Sul

Os povos e comunidades tradicionais têm sido permanentemente espoliados de seus direitos de viver na e da terra, em paz e harmonia. Foram e continuam sendo pressionados e expulsos da terra pelo avanço do agronegócio e dos grandes projetos de mineração, hidrelétricas, rodovias, hidrovias e outros tantos projetos do grande capital.

CPT

E é nesse contexto que a Comissão Pastoral da Terra promove o Encontro Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais que tem como objetivo proporcionar encontro e troca de experiências entre Comunidades Tradicionais do Rio Grande do Sul: Indígenas, Quilombolas, Ribeirinhos e Pescadores visando fortalecer a luta e organização conjunta para fazer avançar a construção de um novo projeto para o país, onde sejam respeitadas e valorizadas as diversidades culturais, as sabedorias seculares, as formas de viver e conviver com a natureza e todas as formas de vida, com justiça social e dignidade. Continue lendo “IV Encontro dos Povos e Comunidades Tradicionais do Rio Grande do Sul”

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Carta de agradecimento ao CIR pelo incentivo e valorização da comunicação indígena em Roraima, por Mayra Wapichana

Primeiramente, a sensação que sinto é de dever e missão cumprida, sensação refletida ao sentimento de gratidão a todos (as) que contribuíram de forma direta e indireta, na conclusão do Curso de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O Curso que ingressei no segundo semestre do ano de 2010 por meio do Processo Seletivo Específico para Indígenas (PSEI) e hoje, saindo como a primeira estudante indígena a concluir a graduação nessa modalidade no Curso.

Uma conclusão que se consolidou nesta quarta-feira, 6 de abril, com a defesa do meu Trabalho de Conclusão de Curso(TCC) realizada no Centro de Comunicação Letras e Artes Visuais da UFRR(CCLA), onde obtive nota máxima, 10, pela relevância e contexto do trabalho. A excelência do resultado também é coletivo, pois tive a contribuição de profissionais que atuaram no setor de comunicação, André Vasconcelos e Jessé Souza, principalmente, de lideranças indígenas como Clóvis Ambrósio(Wapichana), o líder e coordenador do CIR, Mario Nicacio, o chargista do “Informativo Anna Yekaré” Bartô Macuxi  e a professora de Língua Materna, Nilzimara Silva, que traduziu o resumo do trabalho na língua Wapichana.   Continue lendo “Carta de agradecimento ao CIR pelo incentivo e valorização da comunicação indígena em Roraima, por Mayra Wapichana”

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Com acusações contraditórias, PM prende cacique Babau Tupinambá e o irmão na Bahia

No Cimi

Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau Tupinambá, e o irmão, José Aelson Jesus da Silva, o Teity Tupinambá, foram presos no final da manhã desta quinta-feira, 7, pela Polícia Militar (PM) da Bahia no município de Olivença. Ambos tinham passado momentos antes pela aldeia Gravatá, Terra Indígena (TI) Tupinambá de Olivença, no extremo sul baiano, onde indígenas Tupinambá denunciavam o crime ambiental da retirada ilegal de areia – depois de terem sofrido despejo no dia anterior. Babau e o irmão foram encaminhados para a sede da Polícia Federal, em Ilhéus. Conforme o cacique afirmou em sua defesa, ele e o irmão foram à aldeia Gravatá para averiguar a quebra de um acordo por parte do Comando da Polícia Militar da Bahia de suspensão da execução da reintegração de posse ocorrida. A história desencadeada deixa indícios de que Babau e o irmão caíram em uma arapuca. Continue lendo “Com acusações contraditórias, PM prende cacique Babau Tupinambá e o irmão na Bahia”

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Sem Terra são assassinados no Paraná, num ataque contra o acampamento Dom Tomás Balduíno

De acordo com a secretaria do Movimento, seguranças e jagunços da madeireira Araupel armaram uma emboscada, com participação da Polícia Militar.

No Brasil de Fato

Por volta das 15h desta quinta-feira (7), uma emboscada contra o acampamento Dom Tomás Balduíno, em Quedas do Iguaçu, região centro do Paraná, deixou, pelo menos, dois mortos e cerca de 20 feridos, conforme informações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). De acordo com o Movimento, seguranças e jagunços da madeireira Araupel participaram da ação, junto com a Polícia Militar. Continue lendo “Sem Terra são assassinados no Paraná, num ataque contra o acampamento Dom Tomás Balduíno”

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MPF recomenda que UFG não realize ou permita atos contra ou pró-impeachment e exige lista de tudo que já aconteceu

“Os procuradores também pedem da universidade a relação de todos os atos político-partidários relacionados ao impeachment da presidente que tenham contado com algum tipo de participação da UFG, apontando data, hora e local, bem como os meios utilizados e o apontamento do responsável pela autorização administrativa para realização das manifestações”.

Por Marcelo Gouveia, no Jornal Opção

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) recomendou à Universidade Federal de Goiás (UFG) que não realize ou permita, em suas dependências, nenhum ato de natureza político-partidária, envolvendo o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), sejam manifestações contrárias ou a favor. Continue lendo “MPF recomenda que UFG não realize ou permita atos contra ou pró-impeachment e exige lista de tudo que já aconteceu”

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“Combater corrupção é mais importante que…” Para! Cê tá loka, miga?, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

“Japonês, combater corrupção é mais importante que combater trabalho escravo.”

Acho que estou ficando velho para ouvir certas coisas. Pois, nesse momento, passou pela minha cabeça um tratado sobre o maniqueísmo das coisas e a natureza sui generis do pensamento humano. Mas, felizmente ou infelizmente, tudo o que saiu como resposta foi algo do tipo “Miga, sua lôka, sem competição de desgraça, plis!” Continue lendo ““Combater corrupção é mais importante que…” Para! Cê tá loka, miga?, por Leonardo Sakamoto”

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Na conta do TCU o erro é do INCRA, mas quem paga é o povo

Na Terra de Direitos

Nesta quarta-feira (6), o Tribunal de Contas da União (TCU), verificando supostas irregularidades nos processos de assentamentos rurais do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), resolveu decidir pela suspensão de todas as ações relacionadas à continuidade do Programa Nacional de Reforma Agrária no Brasil. A decisão do TCU, sujeita a recurso por parte do Incra, é um grande equívoco, pois penaliza as cento e vinte mil famílias acampadas pelos erros do próprio Estado, de que o TCU também é integrante. Continue lendo “Na conta do TCU o erro é do INCRA, mas quem paga é o povo”

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