Aprueban lista de 51 pueblos indigenas amazónicos

Servindi – El viernes 10 de junio se publicó en el diario oficial El Peruano la Resolución Ministerial 208-2016-MC que aprueba la lista de 51 pueblos indígenas de la Amazonía y las referencias geográficas denominadas: “Pueblos Indígenas de la Amazonía”.

La norma actualiza la Base de Datos Oficial de Pueblos Indígenas u Originarios a cargo del Viceministerio de Interculturalidad del Ministerio de Cultura.

Cabe destacar que la lista “no excluye a ningún otro pueblo indígena u originario de ser incorporadoen la Base de Datos de Pueblos Indígenas u Originarios” considerando que ésta “se actualiza permanentemente y es de carácter referencial, por lo que no es constitutiva de derechos” precisa uno de los considernados. Continue lendo “Aprueban lista de 51 pueblos indigenas amazónicos”

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Estudantes que participam de ocupações querem mais espaço nas decisões

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Uma escola mais plural, com melhor infraestrutura, professores qualificados e maior participação nas decisões são algumas das respostas dadas por estudantes que participaram de ocupações de escolas em vários estados do país à pergunta de que escola desejam. Nesta semana, um grupo de estudantes do Espírito Santo, Rio Grande do Sul, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Goiás e do Ceará foram a Brasília, a convite da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, chamar a atenção do Congresso Nacional e do governo federal para o movimento dos secundaristas e pedir melhorias no setor.

“As ocupações deixaram claro que o que a gente quer é uma escola que debata gênero, uma escola mais plural. E onde seja importante o cuidado com o ambiente escolar. Hoje não há dinheiro para as escolas, se quer reformar um banheiro, não tem dinheiro”, diz Luiz Felipe Costa, 19 anos, estudante do Instituto Federal do Espírito Santo. “Se formos fazer uma média, vamos achar que 90% das escolas públicas são modelos de prisão grande, com dois, três portões para chegar à sala de aula. Esse ambiente não nos comporta. A escola hoje, infelizmente, não contempla os estudantes”. Continue lendo “Estudantes que participam de ocupações querem mais espaço nas decisões”

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Trabalho infantil perpetua o ciclo da pobreza e miséria, diz juíza

Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil

A continuidade da exploração do trabalho infantil pode alimentar um ciclo difícil de quebrar. Um exemplo disso está na Região Nordeste, onde cerca de 90% dos adultos resgatados do trabalho escravo são egressos do trabalho infantil, segundo a juíza do Trabalho Rosimeire Fernandes.

“São grandes os prejuízos que o trabalho infantil causam, sobre o aspecto físico, emocional, intelectual e social da criança, que é um ser em formação. Perpetua o ciclo de pobreza e miséria e não promove a criança para a sociedade”, diz a juíza. Continue lendo “Trabalho infantil perpetua o ciclo da pobreza e miséria, diz juíza”

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Massacre em Orlando: A difícil tarefa de seguir construindo o futuro, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

Pelo menos 50 pessoas foram assassinadas por um homem em uma casa noturna frequentada pelo público gay, em Orlando, no que está sendo considerado o maior massacre cometido por um atirador nos Estados Unidos. O suspeito é Omar Mateen, que morreu após troca de tiros com a polícia. Seu pai informou que Omar vinha expressando ódio contra gays.

Gostaria de atualizar e retomar os argumentos que apresentei aqui por ocasião do massacre promovido por terroristas, que atingiu uma casa noturna em Paris, no dia 13 de novembro do ano passado. Continue lendo “Massacre em Orlando: A difícil tarefa de seguir construindo o futuro, por Leonardo Sakamoto”

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Um País que não ama suas meninas e suas mulheres

Viviana Santiago* – Huffpost Brasil

Aos meus ouvidos chega a notícia: no Rio de Janeiro, uma menina foi vitima de um estupro coletivo. Mas diante de toda a comoção que se gera na sociedade, me quedo com uma inquietação: Por que diante de todas as denúncias apresentadas, por que diante do vídeo, do relato, do corpo massacrado, ao invés de buscar encontrar os culpados, parte significativa da sociedade vem usando sua energia para destacar a participação ativa da adolescente e sua culpa no ocorrido?

Diante da notícia desse, mas também dos outros estupros coletivos vivenciados no Brasil (não nos esqueçamos de Castelo do Piauí), pode-se ver o mesmo movimento social: denúncia, profunda comoção frente a divulgação da notícia e, em seguida, a divisão da sociedade em quatro grupos plenamente visíveis: o primeiro grupo busca encontrar a culpa das vítimas nesse processo, o segundo grupo procura naturalizar o crime como se homens fossem seres incapazes de conter seus desejos sexuais, um terceiro grupo que pensa que casos como esse são isolados e não representam nenhum aspecto da prática da sociedade, além de um quarto grupo que desde o primeiro momento vai demarcar esse tipo de crime como violência sexista e de gênero. Continue lendo “Um País que não ama suas meninas e suas mulheres”

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Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano* / ContraOsAgrotóxicos

1. Sacarina. John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs. Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs. Continue lendo “Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto”

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Para compreender o mundo indígena: entrevista com Yawara-t Marulanda, do povo Kokama

No Instituto de Estudos Latino-Americanos

O Brasil vive desde há anos o fortalecimento do movimento indígena autônomo e radical. A proposta de uma emenda constitucional (PEC 215) que retira da presidência a prerrogativa de definir as demarcações jogando a decisão para o Congresso Nacional levantou os povos numa luta renhida. Afinal, os indígenas sabem muito bem o que está em jogo: a cobiça do empresariado rural pela terra.

Diante do avanço do agronegócio para regiões como o cerrado e a Amazônia, e da construção das grandes obras hidrelétricas, dezenas de povos originários estão ameaçados de perder seus territórios. Continue lendo “Para compreender o mundo indígena: entrevista com Yawara-t Marulanda, do povo Kokama”

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Ollie Johnson, cientista político: ‘O racismo segue vivo e perigoso no Brasil e nos EUA’

Professor de Estudos Afroamericanos na Wayne University (Detroit) esteve no Rio para pesquisa e para falar sobre o Partido dos Panteras Negras, em seminário na UFRJ

Em O Paraná

“Nasci e cresci em Atlantic City, Nova Jersey. Eu me graduei em Estudos Afroamericanos e Relações Internacionais na Brown University, onde estudei português. Vim para cá e me apaixonei pelo país. Fiz mestrado em estudos brasileiros e fui à Berkley, para mestrado e doutorado em Políticas Sociais.” Continue lendo “Ollie Johnson, cientista político: ‘O racismo segue vivo e perigoso no Brasil e nos EUA’”

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As instituições estão funcionando. Aos tapas

Por Fernando Brito, em Tijolaço

O leitor de notícia que não o faz através dos blogs ficou sem saber porque e para quem era o destampatório feito ontem pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, contra “”figuras de expressão nacional que deveriam guardar imparcialidade e manter decoro ”

A nossa grande imprensa, chapa mais branca do que nunca com este governo certamente acha normal o mais alto representante do Ministério Público  e um ministro do Supremo estapearem-se verbalmente em público. Se bobear, diz até que “é sinal de que as instituições estão funcionando”. Continue lendo “As instituições estão funcionando. Aos tapas”

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Depois dos vazamentos, por Janio de Freitas

Na Folha

As considerações do procurador-geral Rodrigo Janot, em resposta às feitas sobre seu pedido de prisão de José Sarney, Renan Calheiros e Romero Jucá, foram exaltadas (com certa razão), mas sem o essencial. Sua indignação com insinuações de planos eleitorais e com a atribuição do vazamento à própria Procuradoria da República –sugestão que envolve o ministro Gilmar Mendes– leva-o ao propósito de identificar as respectivas origens. O que muitos consideram já vir tarde. E, a ser feito mesmo, deve começar por reconhecer o direito dos jornalistas (os profissionais, que são os jornalistas de fato) ao sigilo sobre suas fontes de informação. Lembrança necessária em tempos de arbitrariedades judiciais. Continue lendo “Depois dos vazamentos, por Janio de Freitas”

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