Mulheres organizam petição contra veto de Marcio Lacerda a lei que garante presença de doulas no parto

De autoria do vereador Gilson Reis (PCdoB), a PL 126/15 obrigaria maternidades, casas de partos e hospitais a permitir presença de doula em trabalho de parto, parto e pós-parto, sempre que solicitada pela gestante. Veto do prefeito de BH vai na contramão do que tem sido visto país afora com estados e cidades garantindo em lei a presença de doulas nas unidades de saúde

Por Valéria Mendes, em Uai

Na noite desta terça-feira (19/01) foi criada uma petição online para recolher assinaturas contra o veto do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, ao projeto de lei nº 126/15, de autoria do vereador Gilson Reis (PCdoB), que garantiria às gestantes que assim desejassem o direito à presença de doulas em maternidades, casas de partos e hospitais públicos e privados da capital. A justificativa para o veto se sustenta na argumentação de que não é competência do município legislar sobre normas gerais de proteção e defesa da saúde, que somente é atribuída à União. Continue lendo “Mulheres organizam petição contra veto de Marcio Lacerda a lei que garante presença de doulas no parto”

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Da prisão na ditadura à contaminação do Rio Doce: “As tragédias dos índios Krenak”

Na história oficial, o Reformatório Krenak, instalado pelo governo no auge do regime militar, servia para “corrigir índios desajustados”. Para a etnia, não passou de uma “cadeia”, palco de espancamento, tortura e desaparecimentos. O Ministério Público Federal está pedindo a reparação pelas violações

ATO 1: PRISIONEIROS NA DITADURA

Por Renata Mariz, enviada especial de O Globo

RESPLENDOR ( MG)- O sorriso que intensifica as rugas ao redor, no rosto de Dejanira Krenak, de 65 anos, dá lugar a um semblante consternado. Incomoda lembrar quando “não podia ser alegre, acender fogo, falar a língua, tomar um gole”. Eram algumas das proibições impostas pelo governo militar, que manteve o Reformatório Krenak na terra da etnia, de 1969 a 1972, para receber índígenas criminosos ou considerados de mau comportamento. Convênio firmado pela Fundação Nacional do Índio (Funai) deu à Polícia Militar de Minas Gerais a tarefa de cuidar das aldeias da região, no Vale do Rio Doce, já cobiçada à época por fazendeiros e mineradores. Quem desobedecesse às regras ficava preso. Continue lendo “Da prisão na ditadura à contaminação do Rio Doce: “As tragédias dos índios Krenak””

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Dirigente sem-terra é executado com tiros na cabeça em Alagoas

No Alagoas 24 Horas

Um dirigente sem-terra foi brutalmente assassinado com tiros à queima-roupa no início da manhã desta sexta-feira, 22, na cidade de Japaratinga, litoral norte de Alagoas.

De acordo com a polícia, Edmilson Alves da Silva, 45 anos, foi executado com três disparos de arma de fogo. Os tiros atingiram a cabeça da vítima que não resistindo aos ferimentos entrou em óbito na hora. Continue lendo “Dirigente sem-terra é executado com tiros na cabeça em Alagoas”

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OPAS: Programa Mais Médicos permite que reserva indígena no Pará tenha médico exclusivo

O cacique da aldeia, Jakamiramé Assurini, afirmou que a presença do médico ajudou a diminuir os índices de mortalidade entre os indígenas através dos cuidados de saúde e acesso a remédios.

Na ONU

“Para mim, é uma experiência única na vida, porque a gente só conhecia índios por literatura, por livros. É uma experiência inigualável na riqueza cultural que eu estou conhecendo. E eu estou fazendo também o curso de Antropologia em Saúde, dentro da especialidade de Saúde Indígena, que forma parte do nosso trabalho no Programa Mais Médicos.”A Reserva Indígena Trocará está localizada a 24 km ao norte do município de Tucuruí e a aproximadamente 432 km de Belém, capital do Estado do Pará. Pela primeira vez, a reserva conta com médico exclusivo. Desde março de 2014, o cubano Michel Almaguer Riberón, integrante do Programa Mais Médicos, atende a comunidade. Continue lendo “OPAS: Programa Mais Médicos permite que reserva indígena no Pará tenha médico exclusivo”

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OPAS: Na Ilha de Marajó, população ribeirinha é atendida por cubanos do ‘Mais Médicos’

A secretária municipal de Saúde de Breves, Jucineide Alves Barbosa, destacou que a permanência dos médicos na região sempre foi difícil. Com a chegada dos participantes do programa Mais Médicos, no entanto, este cenário mudou.

Na ONU

Para chegar a Portel, cidade ao sudoeste da Ilha de Marajó, é necessário partir da capital do estado, Belém, e passar 14 horas em um barco navegando pelo Rio Pará. O município paraense, com 58 mil habitantes, recebeu sete profissionais cubanos do Programa Mais Médicos. Alguns atendem em postos de saúde na cidade e outros, como o médico Raul Leocadio Ramirez Rua, em unidades móveis, principalmente fluviais, para atender a população que mora nas margens dos rios. Continue lendo “OPAS: Na Ilha de Marajó, população ribeirinha é atendida por cubanos do ‘Mais Médicos’”

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Decisão do STJ que considera injúria racial imprescritível é correta

Por Álvaro Ricardo de Souza Cruz e Paulo Roberto Iotti Vecchiatti, em ConJur

Recentemente, no AREsp 686.965/DF, o Superior Tribunal de Justiça decidiu que a injúria racial deve ser considerada imprescritível, o que tem gerado diversas críticas por parte da doutrina.

O fundamento foi o de que “a questão da imprescritibilidade do delito de injúria racial foi reconhecida [pelo tribunal] ao entendimento de que esse crime, por também traduzir preconceito de cor, atitude que conspira no sentido da segregação, veio a somar-se àqueles outros, definidos na Lei 7.716/89, cujo rol não é taxativo”, forte na lição de Celso Lafer, para quem “a base do crime da prática do racismo são os preconceitos e sua propagação, que discriminam grupos e pessoas (…) Promove a desigualdade, a intolerância em relação ao ‘outro’, e pode levar à segregação”[1]. Continue lendo “Decisão do STJ que considera injúria racial imprescritível é correta”

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Olá, meu nome é Alfredo. E sou viciado em soltar boatos pelo WhatsApp, por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

Como eu comecei? Ah, sei lá, como todo mundo começa, né?

Um dia um amigo me apresentou o WhatsApp e mostrou como era legal ficar conectado e receber coisas engraçadas. Disse para eu experimentar.

No começo, falei que não, tinha medo daquilo. Mas quando vi que tava todo mundo usando, achei que ia acabar sendo excluído da galera, engoli o medo e passei a usar também. Continue lendo “Olá, meu nome é Alfredo. E sou viciado em soltar boatos pelo WhatsApp, por Leonardo Sakamoto”

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Kuahí: Museus mortos, índios degolados, por José Ribamar Bessa Freire

Em Taqui Pra Ti

Museus têm esse poder de eliminar preconceitos? Será que um museu indígena ajudaria a evitar crimes que bradam ao Céu e pedem a Deus vingança como o do kaingangzinho de dois anos degolado, em dezembro, em Santa Catarina? Ou o assassinato a coices, em janeiro, do índio que dormia na rua em Belo Horizonte? Como impedir atentados de ódio e racismo que se repetirão do Oiapoque ao Chuí em fevereiro, março, abril? Essas perguntas eu faria ao xamã huichol se pudesse retomar hoje a conversa iniciada com ele há mais de quinze anos, no México. Continue lendo “Kuahí: Museus mortos, índios degolados, por José Ribamar Bessa Freire”

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Peru – Cientos participaron en tercera gran marcha contra el TPP

Tratado se firmará el 4 de febrero en Nueva Zelanda. Luego, cada País iniciará su respectivo proceso interno de ratificación.

Servindi, 23 de enero, 2016.

Cada vez más personas son conscientes de los peligros del Acuerdo Transpacífico (TPP, por sus siglas en inglés). Así se apreció la noche del viernes último, con la movilización pacífica de alrededor de 600 personas por varias avenidas y calles principales de la capital Lima. Continue lendo “Peru – Cientos participaron en tercera gran marcha contra el TPP”

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Jout Jout, o desabafo de Caio, colorismo e o racismo “velado” no Brasil

Por Ayana Odara*, em População Negra e Saúde

Prometo usar palavras simples para que esse texto seja compreendido por todxs sem que seja necessário recorrer ao google para entender termos específicos.

Contextualizando, Jout Jout Prazer é uma jovem fluminense de 24 anos que ficou famosa por postar vídeos sobre diversos assuntos no youtube e bombar na rede após um vídeo sobre relacionamentos abusivos (Não tire o batom vermelho). Caio tem a mesma idade e é o namorado de Jout Jout que até então, por escolha, só ficava por trás das câmeras e com isso os dois faziam um suspense sobre a aparência de Caio para os fãs do canal. Até que, um belo dia, uma foto de Caio é postada e como era de se esperar, surgiram vários comentários sobre o rapaz, principalmente sobre a sua cor. Continue lendo “Jout Jout, o desabafo de Caio, colorismo e o racismo “velado” no Brasil”

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