Diante da ofensiva parlamentar e da iminência eleitoral, a convergência entre a defesa da soberania nacional e pautas de bem-estar social torna-se o eixo central para superar a paralisia política
“Há limites para tudo”. “A derrota é remédio amargo”. “Derrotado está quem não luta” (Provérbios populares portugueses).
1.
Abriu-se um novo momento na conjuntura, mais desfavorável. A reprovação da indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal pelo Senado não tinha precedentes, desde o século XIX, quando Floriano Peixoto, em 1894, sofreu a rejeição de cinco indicações. Em mais de cento e trinta anos nunca aconteceu. A surpresa não foi, portanto, somente uma derrota de tipo parlamentar. Foi uma derrota, também, política.
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