Organização indigenista defendeu que processos de reconhecimento e gestão do Patrimônio Mundial respeitem a autodeterminação e o consentimento livre, prévio e informado
Durante painel sobre patrimônio, ocorrido no 23º encontro da 63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (HRC63), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), representado pelo assessor Paulo de Tarso Lugon Arantes, chamou atenção para os impactos dos processos relacionados à Convenção do Patrimônio Mundial sobre os territórios, os sistemas de governança e os modos de vida dos povos indígenas.
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