Alguns leitores reclamaram do post de ontem. Disseram que tentei criar uma divisão que não existe na sociedade – ignorando, talvez, que a sociedade foi dividida no momento em que o primeiro português mandou o primeiro indígena colher pau-brasil e colocar num porão de navio.
Gente, uma dica: preconceito é para ser dito, repetido e aplicado, mas com naturalidade. Afinal, uma vez diluído no dia a dia, ele se torna uma argamassa que ajuda manter a ordem das coisas e a lembrar quem manda e quem obedece. Mas sem violência! Porque, nós, as “pessoas de bem”, detestamos violência, não é mesmo? Continue lendo “O pensamento raso brasileiro que não é preconceituoso, mas…, por Leonardo Sakamoto”










