Sistema de saúde vive paradoxo. Há meios de participação de usuários e trabalhadores – mas concepções autoritárias e conservadoras de gestão esvaziam esses espaços. Contra o avanço fascista, urge dar novo fôlego a essas experiências
Por Liane Beatriz Righi e Gastão Wagner de Souza Campos, Outra Saúde
Investir na ampliação da democracia nas instituições que compõem a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro segue sendo um grande (e importante) desafio.
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