Plataformas que substituem profissionais. Saúde mental sem RAPS. Privatização do saneamento. Mais PPPs. Há pouco de novo nas propostas do candidato – e, quando há, não é bom. Oculta-se, porém, um detalhe: qualquer mudança será inviabilizada pelo tesouraço
Por Luca Iago Moura da Silva e Roberta Fonseca Sampaio, publicado originalmente no Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS-ISC/UFBA), em Outras Palavras
A análise que consta neste artigo tem o intuito de compreender para além do que está escrito no plano de governo de Flávio Bolsonaro. Em que medida as 18 propostas de saúde que constam no documento trazem algo de novo para o povo brasileiro? Fizemos o exercício de comparar essas propostas como o que já está em lei ou em execução no Sistema Único de Saúde (SUS), bem como elucidar os cortes que comprometem essas promessas e uma leitura das contradições que aparecem nessa movimentação do presidenciável.
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