Sob o Estado de exceção, a democracia se deteriora, os excluídos viram Homo sacer e a mídia transforma a barbárie em espetáculo; resistir ao fascismo exige despertar as consciências adormecidas
“Em que espelho ficou perdida / a minha face” (Cecília Meireles).
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Para o filósofo Giorgio Agamben, em Estado de exceção, escrito sob o baque do ato terrorista que destrói as Torres Gêmeas do centro financeiro de Nova York, a própria normalidade do Estado de direito democrático no pós-guerra se esboroa. A ascensão da extrema direita pós-2010 agrava o problema. Hoje a democracia estampa uma crise sistêmica profunda. Haja coragem.
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