Nas eleições, apresenta-se um candidato que aposta no esquecimento da barbárie vivida na pandemia da covid-19 sob o tacão de Bolsonaro. A opção dos movimentos sociais pela defesa radical da vida exige combatê-lo – e votar em Lula, pelo SUS e pela democracia
Por Túlio Batista Franco, Outra Saúde
Assistimos a uma disputa presidencial na qual há contra a candidatura Lula uma guerra híbrida, com intimidações, mentiras, manipulação algorítmica de dados, posicionamento oposicionista da mídia corporativa, e uma inegável ingerência estadunidense nas eleições. A memória do que as pessoas viveram neste país no período do governo Bolsonaro tem sido pouco enfática naquilo que ela tem de dramático: o extremo sofrimento a que o povo foi submetido. Seu legítimo herdeiro agora, o candidato oposicionista, traz a bagagem nefasta do cinismo, apoiado em mentiras e apostando no esquecimento. É um verdadeiro deboche à memória das centenas de mortes evitáveis na Pandemia de Covid-19.
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