O crime nunca se resume a um episódio isolado: é ciclo contínuo alimentado por violências moral e psicológica, além de agressões físicas não letais. O combate não deve transformar a violência em espetáculo, mas ser preventivo, de modo a evitar o escalonamento para crimes hediondos
Por Isadora Vianna Sento-Sé*, para a coluna da Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS), em Outras Palavras
No dia 26 de julho de 2025, Juliana Garcia foi agredida pelo namorado, Igor Eduardo Cabral, com 61 socos em um elevador no Rio Grande do Norte. Igor foi denunciado por tentativa de feminicídio, e o episódio ganhou repercussão nacional devido ao excesso de violência mobilizada, o que, por sinal, é típico de casos como esse.
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