“No tenemos nada que celebrar”

Bajo la consigna “el otro Bicentenario, el de los pueblos”, se movilizó en Tucumán el pueblo diaguita. “No tenemos nada para festejar, se cumplen 524 años de resistencia indígena”, afirma la convocatoria, que marchó hacia los tribunales tucumanos

Por Darío Aranda – Página 12 / Servindi

“A 200 años de la llamada independencia de los españoles, los pueblos originarios no tenemos nada que celebrar. Por el contrario, es un día de luto y reflexión por todos estos años de opresión”, afirma la convocatoria al Segundo Parlamento de Pueblos y Naciones Originarias, que se realizará [realizó] en la ciudad de Buenos Aires esta semana. En el mismo, hoy lunes [lunes 5] en Tucumán, se movilizará [movilizó] el pueblo diaguita bajo la consiga “el otro Bicentenario, el de los pueblos”. Exigen justicia por el asesinato del comunero Javier Chocobar, sucedido en 2009 y que aún permanece impune. Continue lendo ““No tenemos nada que celebrar””

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‘Há mais pessoas, e mais poderosas, envolvidas no assassinato de minha mãe’, diz filha de Berta Cáceres

Na última semana, outra líder indígena, da mesma organização que Berta, foi assassinada em Honduras; nesta entrevista, a jovem Berta Zuñiga fala dos poderosos interesses por trás da perseguição a ativistas indígenas

Gabriela Sánchez / Alejandro Navarro Bustamante | Madri| El Diário – Opera Mundi

Centenas de hondurenhos prestaram homenagens a Lesbia Yenath Urquía durante seu enterro neste final de semana. Assassinada na última quarta-feira (06/07), a líder indígena integrava o Copinh (Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras), mesma agrupação de Berta Cáceres, assassinada há quatro meses. Continue lendo “‘Há mais pessoas, e mais poderosas, envolvidas no assassinato de minha mãe’, diz filha de Berta Cáceres”

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Quantos cadáveres de jovens negros e pobres vale uma Olimpíada?, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

O tráfico de drogas é a maior causa de morte entre os jovens nas periferias. Mas, na maior parte das vezes, a batalha acontece longe dos olhos da mídia, que só eventualmente dá atenção ao problema. A imensa maioria dos corpos contabilizados quase sempre é de jovens, negros, pobres, que se matam na conquista de territórios para venda de drogas ou pelas leis do tráfico. Os mais abastados sentem a violência, mas o que chega neles não é nem de perto o que a xepa é obrigada a viver em seu cotidiano. Continue lendo “Quantos cadáveres de jovens negros e pobres vale uma Olimpíada?, por Leonardo Sakamoto”

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Quanto vale um índio no Amazonas?, por José Ribamar Bessa Freire

Em Taqui Pra Ti

O índio tinha um preço em meados do século XIX, quando quase 60% da população recenseada da jovem Província do Amazonas era constituída por índios aldeados, sem contar os milhares de índios isolados que não foram recenseados. A população de escravos negros, embora importante para a formação da cultura local, era reduzidíssima e não ultrapassava o número de 500 o que permitiu que a abolição fosse proclamada no Amazonas quatro anos antes do que no resto do Brasil, num dia como hoje, 10 de julho de 1884. Desta forma, os negociantes ligados especialmente ao extrativismo, mas também à agricultura incipiente, encaravam os povos indígenas como a principal fonte de mão-de-obra. Se o índio não trabalhasse, ninguém comia no Amazonas, as atividades econômicas ficariam totalmente paralisadas. Portanto, seu preço na bolsa de trabalho era alto. Continue lendo “Quanto vale um índio no Amazonas?, por José Ribamar Bessa Freire”

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“Querida garota do maiô verde”: Carta a jovem desconhecida fala sobre a importância de amar a si mesma

Por Beatríz García, em El País

O post de Facebook mais popular do verão europeu é uma carta a uma desconhecida. A espanhola Jessica Gómez se dirige a uma “garota do maiô verde” sentada a seu lado na praia para explicar a ela, de forma eloquente, como milhões de mulheres em todo mundo se envergonham de seu corpo, que no entanto é “belo simplesmente por estar vivo”. O post, publicado no dia 5 de julho e que fala sobre a importância de gostar do si do jeito que se é, recebeu mais de 100.000 likes e 5.000 comentários em apenas dois dias e foi compartilhado 125.000 vezes. Abaixo, a versão traduzida da carta: Continue lendo ““Querida garota do maiô verde”: Carta a jovem desconhecida fala sobre a importância de amar a si mesma”

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Violência Letal contra Crianças e Adolescentes do Brasil

Por Karol Borges, em O Tempo

Só em 2013, a cada dia, 29 crianças e adolescentes foram assassinados no Brasil. O número equivale a 3,6 chacinas da Candelária por dia. O país ocupa o 3º lugar em homicídios de crianças e adolescentes entre 85 países analisados, com a taxa de 16,3 assassinatos para cada 100 mil crianças e adolescentes de até 19 anos de idade, ficando atrás apenas do México e de El Salvador. Continue lendo “Violência Letal contra Crianças e Adolescentes do Brasil”

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Stédile: Temos chance de barrar o golpe

Para o coordenador nacional do MST, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, João Pedro Stédile, “os capitalistas sequestraram o sistema eleitoral no Brasil e elegem quem eles querem. Essa história de que todo poder emana do povo é uma falácia”; segundo ele, ainda existe chance para barrar o golpe, e que caso o impeachment contra a presidente eleita Dilma Rousseff seja rejeitado, ela venha a público com uma carta compromisso com a sociedade; “Não basta ela voltar. Tem de voltar com outro programa, outro ministério e esquecer esses partidos de merda do Congresso”, disparou

No Cafezinho/Brasil 247

O coordenador nacional do MST, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, João Pedro Stédile faz uma consistente análise do quadro político brasileiro. Em palestra no Sindicato dos Engenheiros do Rio e em entrevista ao Bafafá, ele afirma que a conciliação com a burguesia é um casamento desfeito que não adianta insistir. “Nós, como forças progressistas da sociedade, temos que debater e pensar em um novo projeto. O carro de som como forma de mobilização não serve mais”, garante. Continue lendo “Stédile: Temos chance de barrar o golpe”

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Índios kayapós querem indenização por queda de avião da Gol em MT

Índios alegam que local virou ‘casa de espíritos’ e vedado ao uso da tribo. Avião da Gol caiu na terra indígena Capoto-Jarina em setembro de 2006

Por Lislaine dos Anjos, no G1 MT

Os índios da etnia Kayapó querem receber uma indenização da empresa Gol Linhas Aéreas por danos materiais e imaterais sofridos por aquele povo após a queda do avião da Gol, em 2006, na terra indígena Capoto-Jarina, que pertence à etnia, próximo ao município de Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá. Continue lendo “Índios kayapós querem indenização por queda de avião da Gol em MT”

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SBPC e Universidade Federal do Sul da Bahia inauguram ocas indígenas em Porto Seguro

Para reitor, a 68ª Reunião Anual da SBPC, o maior evento científico da América Latina, realizado no campus de Porto Seguro, deixará um legado positivo a ser preservado para sempre

Na SBPC

Como símbolo de fortalecimento dos indígenas e de resgate da história, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) ergueu três ocas em seu campus de Porto Seguro, em memória aos caciques que lutaram por terras e pela permanência desses povos no litoral baiano. Continue lendo “SBPC e Universidade Federal do Sul da Bahia inauguram ocas indígenas em Porto Seguro”

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Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula

A escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido.

Por Fernando de Araujo Penna, na Carta Maior

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal de 1988)

A escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido, que o PL 867/2015 pretende incluir entre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Este projeto sintetiza as propostas do movimento homônimo, que defende que professores não são educadores, mas apenas instrutores que devem limitar-se a transmitir a “matéria objeto da disciplina” sem discutir valores e a realidade do aluno. Ainda segundo eles, a escola estaria usurpando uma atribuição da família. Nossa Constituição Federal é inequívoca ao afirmar que a educação é dever do Estado e da família com a colaboração da sociedade – uma tarefa compartilhada, portanto, e não exclusiva. Continue lendo “Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula”

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