Comitês vão investir R$ 175 milhões na recuperação da Bacia do Rio Doce

O Rio Doce foi o principal curso d’água atingido pelos rejeitos de minério de ferro que vazaram da Barragem do Fundão

Paulo Henrique Lobato, Estado de Minas

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce investirá cerca de R$ 175 milhões na recuperação da bacia, priorizando a recuperação de nascentes e projetos voltados para o saneamento. O valor será aplicado ao longo dos próximos cinco anos. “A bacia já era uma das mais degradadas do Brasil e só por isso sua revitalização já era um desafio”, pontua Leonardo Deptulski, presidente do comitê e prefeito de Colatina (ES). Continue lendo “Comitês vão investir R$ 175 milhões na recuperação da Bacia do Rio Doce”

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The Guardian: Documentário fala sobre racismo no Brasil e Globeleza negra demais

Racismo contra Nayara Justino virou documentário que mostra o quão atrasado o país está em relação ao assunto

No IG

O jornal inglês “The Guardian” decidiu mostrar em forma de documentário que no carnaval também existe racismo e escolheu a ex-Globeleza Nayara Justino para ilustrá-lo, mostrando em imagens como uma mulher negra deixou de ser Globeleza por ser “negra demais”.

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Médicos brasileiros e argentinos suspeitam que inseticida de mosquito seja a causa da microcefalia

IHU – Com a relação proposta entre o vírus da zika e o surto de microcefalia no Brasil em recém-nascidos parecendo cada vez mais tênue, médicos latino-americanos estão propondo uma outra causa possível: o piriproxifeno, pesticida usado no Brasil desde 2014 para deter o desenvolvimento da larva do mosquito em tanques de água potável. Poderá a “cura” ser, na realidade, o veneno?

A reportagem é de Claire Robinson, publicada por GMWatch – The Ecologist, 10-02-2016. A tradução é de Isaque Gomes Correa. Continue lendo “Médicos brasileiros e argentinos suspeitam que inseticida de mosquito seja a causa da microcefalia”

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Cadê o Engenho? “Sumiu do Lugar”…

‘Engenho do Fidalgo’ composto por peças de madeira de lei encaixadas,  fotografado em 2009. Foto: A. Baeta
‘Engenho do Fidalgo’ composto por peças de madeira de lei encaixadas,
fotografado em 2009. Foto: A. Baeta

por Alenice Baeta e Henrique Piló

O antigo engenho conhecido como, ‘Engenho do Fidalgo’ situava-se na antiga fazenda homônima, vale do rio das Velhas, hoje município de Lagoa Santa,  localidade de referência das primeiras instalações ou pousos dos primeiros exploradores bandeirantes que por ali se adentraram a procura de ouro e pedras preciosas, além do aprisionamento de indígenas. Continue lendo “Cadê o Engenho? “Sumiu do Lugar”…”

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Na BA, Sem Terra apostam na agitação e propaganda para massificar a luta

“Precisamos estabelecer um diálogo direto com a sociedade e apontar as contradições do modelo de produção do agronegócio”, disse Valmir de Oliveira

Do Coletivo de Comunicação do MST na Bahia
Da Página do MST

As famílias do Assentamento São Francisco, localizado em Juazeiro (BA), receberam entre os dias 9 e 10/02 o Encontro Intersetorial da Brigada Sertão do São Francisco. Continue lendo “Na BA, Sem Terra apostam na agitação e propaganda para massificar a luta”

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Seita ressurge em mais de 170 aldeias da Amazônia

Ordem católico-messiânica prolifera entre comunidades indígenas do Alto Solimões

Flávio Ilha – UOL
Em Tabatinga (AM)

A marca é invariavelmente uma cruz vermelha, com 14 metros de altura, plantada no ponto mais alto da comunidade. As iniciais RDSM (Recordação da Santa Missão) também são obrigatórias, bem como a data de fundação de cada irmandade, gravada em números brancos.

O dízimo é lei: 10% de toda a renda vai para a igreja. Quem não tiver, contribui com bens domésticos –um rádio, um animal de estimação, o que for– sempre na proporção de 10% de tudo o que houver na casa. Quem ainda assim não tiver o que dar, dá seu próprio trabalho. Continue lendo “Seita ressurge em mais de 170 aldeias da Amazônia”

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O ataque dos poderosos contra o direito dos desfalecidos

Por Átila da Rold Roesler (Juiz do Trabalho), em Justificando

Eis que surge uma crise econômica no panorama mundial e os poderosos novamente direcionam as suas armas para a cabeça dos trabalhadores, ameaçando-os em seus direitos fundamentais básicos. Assim tem sido: o projeto de lei que amplia a terceirização precarizando as condições de trabalho[1]; o corte orçamentário da Justiça do Trabalho para o ano de 2016, bem como sobre a motivação externada pelo Sr. Relator do PLN 07/2015, deputado federal Ricardo Barros (PP/PR)[2]; o projeto de lei 3842/12, do deputado federal Moreira Mendes (PSD/RO), que exclui o conceito de condições degradantes de trabalho e jornada exaustiva do artigo 149 do Código Penal, que trata do trabalho escravo[3]; as matérias e reportagens veiculadas por setores da mídia culpando o direito e o processo do trabalho pelas mazelas da economia[4]; entre outras manifestações nefastas[5]. Até aqui, nenhuma novidade: “não é casual, aliás, que isso sempre apareça nos momentos em que os porta-vozes do capital não conseguem esconder a sua incompetência para autogerir as crises que ele próprio causa”, como dito por Guilherme Guimarães Feliciano e Carlos Eduardo Oliveira Dias[6].

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Samuel Ruiz García e as origens da Teologia Indígena. Entrevista especial com Igor Luis Andreo

“O tema dominante no pensamento de Samuel Ruiz García passou a ser a ‘encarnação’ da teologia nas culturas indígenas, entretanto sem esquecer-se da necessidade de combater a opressão às comunidades”, afirma o historiador

Por Patricia Fachin – IHU On-Line

O bispo mexicano de San Cristóbal de las Casas, Samuel Ruiz García, ficou conhecido como um dos precursores por sustentar uma “ruptura” na “maneira de pensar a evangelização dos indígenas” no México, e defender a “pluralidade cultural latino-americana” e a “valorização da história cultural (línguas, costumes, instituições, valores e aspirações) de cada povo e da diversidade cultural na Igreja católica”, nos anos 1960, diz Igor Luis Andreo à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail. Continue lendo “Samuel Ruiz García e as origens da Teologia Indígena. Entrevista especial com Igor Luis Andreo”

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Jacques Távora Alfonsin: Quem matou Dorothy Stang, em 12 de fevereiro de 2005, continua matando

IHU On-Line

“A convivência com uma realidade de tamanha injustiça não pode continuar anestesiando a nação como se toda ela só dissesse respeito às vítimas dos seus trágicos efeitos. O passado tem-nos mostrado quantas pessoas “de fora” vêm para cá, escandalizadas com isso e por motivos bem diferentes das grandes empresas transnacionais. Oferecem as suas próprias vidas em defesa da nossa terra e da nossa gente, como fez a Irmã Dorothy e muitas/os missionárias/os”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.

Eis o artigo. Continue lendo “Jacques Távora Alfonsin: Quem matou Dorothy Stang, em 12 de fevereiro de 2005, continua matando”

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Boulos: da crise política à crise social

Massa salarial despenca; desemprego pode dobrar. Uma coisa é certa. Se as vítimas do “ajuste fiscal” saírem às ruas em 2016, não será para tirar selfies com a tropa de choque

Por Guilherme Boulos – Outras Palavras

Quarta-feira sempre desce o pano. Hoje, após a Quarta-feira de Cinzas, começa de fato o ano no Brasil. Um ano que promete ser agitado. Se 2015 ficou marcado pela crise política, tudo indica que 2016 será lembrado pela crise social. Continue lendo “Boulos: da crise política à crise social”

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