Quanto vale a vida de um Trabalhador Sem-Terra?

Por Emiliano Maldonado, em Estado de Direito

Dizem por aí que na sociedade capitalista tudo tem um preço. Um velho barbudo já nos alertava que no sistema capitalista a forma mercadoria abarcaria praticamente a totalidade da vida social.

O poder judiciário, fruto desse tipo de sociedade, não está isento a essa lógica. Pelo contrário, serviu e infelizmente ainda serve para preservar os interesses, os negócios e, sobretudo, a propriedade privada de uma determinada classe social. Seja através do sistema penal, exercendo explicitamente o controle social das classes subalternas, assim como através de mecanismos mais sutis de outros ramos do sistema jurídico que servem aos interesses dessa classe dominante. Continue lendo “Quanto vale a vida de um Trabalhador Sem-Terra?”

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Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica

Combater o mito da genialidade, a perversidade dos pequenos poderes e os “donos de Foucault” é fundamental para termos uma universidade melhor

A vaidade intelectual marca a vida acadêmica. Por trás do ego inflado, há uma máquina nefasta, marcada por brigas de núcleos, seitas, grosserias, humilhações, assédios, concursos e seleções fraudulentas. Mas em que medida nós mesmos não estamos perpetuando essemodus operandi para sobreviver no sistema? Poderíamos começar esse exercício auto reflexivo nos perguntando: estamos dividindo nossos colegas entre os “fracos” (ou os medíocres) e os “fodas” (“o cara é bom”). Continue lendo “Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica”

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Após mobilizações, Sem Terra se reúnem com prefeitos na BA

Entre as pautas apresentadas estavam a regularização do fornecimento de energia nos assentamentos na Chapada Diamantina e melhorias na estrutura das escolas do campo

Do Coletivo de Comunicação do MST na Bahia, na Página do MST

A regularização do fornecimento de energia nos assentamentos do MST na Chapada Diamantina, a construção de barragens, melhorias na estrutura das escolas do campo localizadas nas áreas, o fortalecimento da produção agrícola e a revitalização do Rio Utinga. Continue lendo “Após mobilizações, Sem Terra se reúnem com prefeitos na BA”

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Nota da Relatoria de DH e Povos Indígenas sobre carta da SALSA que evidencia violações de direitos humanos desta população

Plataforma Dhesca

A Relatoria de Direitos Humanos e Povos Indígenas da Plataforma Dhesca divulga e apoia a carta datada de 22 de fevereiro de 2016 dos antropólogos da SALSA – Sociedade de Antropologia das Terras Baixas da América do Sul que evidencia as mais graves situações de violações de direitos humanos que enfrentam os povos indígenas no Brasil hoje.

Em janeiro de 2016, a Relatoria também enviou uma carta à Presidenta Dilma Rousseff em seguimento aos pronunciamentos governamentais na I Conferência Nacional de Política Indigenista e chamando a atenção para as evidentes contradições entre os anúncios e as práticas governamentais. Entre outros aspectos, ressaltou o fato de que: Continue lendo “Nota da Relatoria de DH e Povos Indígenas sobre carta da SALSA que evidencia violações de direitos humanos desta população”

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Projeto Babilônia: Sol clareia noite em favela carioca

Por Zoraide Vilasboas*

No dia 30 de janeiro deste ano, o crepúsculo aconteceu no Rio de Janeiro, mas não levou com ele a potência do sol. Pelo menos foi assim no Morro da Babilônia (Leme), onde 32 placas captadoras de energia clarearam o território de atuação da RevoluSolar, associação cidadã, sem fins lucrativos, futura cooperativa de produção de energia renovável no Brasil.

Na primeira noite iluminada pela força do astro rei, no Mirante da Babilônia (Praça Walace Almeida por Direitos Humanos – Espaço para a Cultura da Paz e a Não Violência), representantes de várias entidades e comunitários presentes à inauguração das primeiras placas fotovoltaicas da favela, manifestaram um só desejo: que o projeto piloto tenha êxito e a abundância do sol se espalhe pelos telhados da Babilônia, das comunidades da “cidade maravilhosa” e, de lá, para os telhados de todo o Brasil! Durante o dia, a comunidade se dedicou ao mutirão da Favela Orgânica, (plantio de mudas, inclusive de ervas medicinais, todas com plaquinhas identificadoras, e distribuição de folhetos informativos). Continue lendo “Projeto Babilônia: Sol clareia noite em favela carioca”

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OAB avalia pedido de federalização de investigações de chacina em Salvador

Sayonara Moreno – Correspondente da Agência Brasil

Mais uma entidade pode encaminhar o pedido de federalização do caso referente à morte de 12 jovens negros, no bairro do Cabula, em Salvador. Um ano após o ocorrido, a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional da Bahia (OAB-BA), vai levar o pedido ao Conselho Federal da entidade, que poderá enviá-lo à Procuradoria-Geral da República (PGR), caso seja aprovado. Continue lendo “OAB avalia pedido de federalização de investigações de chacina em Salvador”

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“Se a gente for esperar o governo, a gente vai morrer – eles vão matar a gente”, diz indígena ameaçada por hidrelétrica

‘Barrar o rio é barrar nossos direitos’ foi tema da discussão do terceiro dia do Seminário ‘Direito e Desenvolvimento’. A partir do exemplo de luta dos atingidos por Belo Monte, movimentos sociais de Santarém apontam necessidade de união para impedir a construção do Complexo Hidrelétrico do Tapajós.

Por Assessoria de Comunicação da Terra de Direitos

“Tem que ser assim: a luta é de mulheres, crianças e homens”, defendeu Maria Leuza Munduruku, ao pegar a filha no colo enquanto falava para os participantes do terceiro dia do seminário ‘Direito e Desenvolvimento’, na última quinta-feira (18). Para a integrante do movimento Ipereg Ayu, assim como uma mãe cuida de um filho doente até que o mesmo sare, temos que cuidar do nosso planeta – ele está seriamente doente. Continue lendo ““Se a gente for esperar o governo, a gente vai morrer – eles vão matar a gente”, diz indígena ameaçada por hidrelétrica”

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“Esse modelo de desenvolvimento não pergunta se a gente existe e o que a gente quer”, diz quilombola impactado por porto em Santarém

Comunidades denunciam irregularidades de Relatório de Impacto Ambiental de porto da Embraps, que não reconhece 10 comunidades nas proximidades do Lago Maicá, e questionam quem serão os reais beneficiados com os empreendimentos.

Por Assessoria de Comunicação da Terra de Direitos

A questão “Quem vai se beneficiar com a construção dos portos em Santarém?” marcou as discussões do segundo dia de debates do seminário Direito e Desenvolvimento. Com mais um dia de auditório lotado, os movimentos sociais tiveram protagonismo ao apontar a invisibilidade dos reais impactados aos olhos das empresas e do governo. Continue lendo ““Esse modelo de desenvolvimento não pergunta se a gente existe e o que a gente quer”, diz quilombola impactado por porto em Santarém”

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Seminário Direito e Desenvolvimento: “Um governo não consegue saber o que é melhor para o povo sem consultar ele”, diz Deborah Duprat

Auditório lotado marcou o primeiro dia do seminário ‘Direito e Desenvolvimento’. A necessidade de união da população e o papel do poder judiciário no combate as violações de direitos humanos em grandes projetos foram destacadas pelas pessoas.

Terra de Direitos

Com auditório lotado, a assessora jurídica da Terra de Direitos, Layza Queiroz, iniciou o seminário Direito e Desenvolvimento indicando o propósito da atividade. “Esse evento não se propõe à neutralidade”, indicou. “É resultado da percepção da necessidade de denunciar as diversas violações de direitos que resultam desse modelo que prioriza o crescimento econômico”. Continue lendo “Seminário Direito e Desenvolvimento: “Um governo não consegue saber o que é melhor para o povo sem consultar ele”, diz Deborah Duprat”

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Los nuevos “Organismos Vivos Modificados” llegan ocultos a la FAO

Comunicado de Prensa – La Vía Campesina, Movimiento Agroecológico de América latina y el Caribe (MAELA) y Enlace Continental de Mujeres Indígenas de las Américas (ECMIA)

La Via Campesina

(Roma, Miércoles 24 de febrero del 2016) La industria ha elegido la FAO para echar un velo de humo sobre sus nuevos Organismos Vivos Modificados[1]. Los participantes del Simposio Internacional de la FAO sobre “el papel de las biotecnologías agrícolas en los sistemas alimentarios sostenibles y la nutrición”, que tuvo lugar en Roma del 15 al 17 de febrero, escucharon unos 80 ponentes del mundo de la industria, investigación así como algunos gobiernos. No obstante, había sólo un representante de la sociedad civil y de los movimientos sociales entre los panelistas invitados. Continue lendo “Los nuevos “Organismos Vivos Modificados” llegan ocultos a la FAO”

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