A eleição de 2026 não surpreendeu por falta de sinais. Surpreendeu porque o campo democrático viu pesquisas, ruas, métricas e mobilizações como peças separadas, enquanto a extrema direita transformava redes de confiança, território, religião, influência digital e disciplina eleitoral numa mesma arquitetura de poder.
No Brasil 247
Pela terceira eleição consecutiva, o Brasil chegou à urna com mais dados, mais pesquisas e mais monitoramento do que nunca e, ainda assim, o campo progressista foi surpreendido pelo mesmo movimento que dizia acompanhar. O problema não foi invisibilidade. Foi incapacidade estratégica de compreender o que estava diante dos olhos.
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