No primeiro turno, a campanha de Lula permaneceu predominantemente fria, apoiada na trajetória do presidente e na apresentação das realizações do governo, com pouca capacidade de estimular a participação ativa de sua base social. A opção por uma campanha conduzida sobretudo de cima para baixo limitou a mobilização popular e subestimou a força do bolsonarismo. O resultado de 4 de outubro, com Flávio Bolsonaro à frente, expôs os limites dessa orientação e colocou a necessidade de uma mudança na condução da disputa.
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