Professora e referência dos movimentos negro e antirracista na Amazônia, Zélia Amador faleceu nesta semana, ao 74 anos. Leia artigo de Juarez Jr sobre a a pesquisadora e conheça a trajetória e sua relevância para a região
Por Juarez Silva Jr, da Amazônia Real
A morte de Zélia Amador de Deus, em Belém, no dia 8 de setembro, não encerra uma biografia. Abre um vazio, sim, mas também ilumina uma obra que continua se espalhando por instituições, grupos de pesquisa, palcos, quilombos, políticas públicas e gerações de estudantes. Professora emérita da Universidade Federal do Pará (UFPA), artista, pesquisadora e militante histórica do movimento negro, Zélia morreu aos 74 anos.
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